Morreu Tantos Homens e Eu Só. 1968.

Teresinha Soares. Morreu Tantos Homens e Eu Só. 1968. Série Vietnã. Técnica mista. 117 x 152,5 cm. Acervo do Conservatório de Música da UFMG, Belo Horizonte..jpg

Teresinha Soares. Morreu Tantos Homens e Eu Só. 1968. Série Vietnã. Técnica mista. 117 x 152,5 cm. Acervo do Conservatório de Música da UFMG, Belo Horizonte.

No terceiro quadro da série, Morreu Tantos Homens e Eu Só (Fig. 37), a cena de violência assume o papel de destaque. É possível obser­var um corpo, também transmitido pela forma de uma televisão, sendo carregado por duas pessoas. Uma delas levanta um corpo amorfo com a mão esquerda e, com a direita, segura uma espingarda.

As cenas que se seguem, reproduzidas em quadros menores distri­buídos pela obra, são de difícil reconhecimento e, por vezes, parecem reproduzir trechos da principal. Com o título, a artista novamente pa­rece querer provocar o espectador ao dizer que, enquanto tantos ho­mens morrem em batalhas, ela permanece só. O juízo, entretanto, não seria de valorização da vida, mas talvez o desejo de satisfação de seu prazer individual.

Para saber mais: VIVAS,Rodrigo. Por uma História da Arte em Belo Horizonte: Artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/ Arte, 2012. 248 p.

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