Conceito e Método Impressionista

A estética impressionista

Artistas analisados: Claude Monet; Renoir; Degas; Manet

Indicação:

SCHAPIRO, Meyer. O conceito e o método do impressionismo. In: Impressionismo: reflexões e percepções. São Paulo: Cosac & Naify, 2002.

 

Descrição:

Com relação ao Impressionismo o texto utilizado foi retirado do segundo capítulo do livro: SCHAPIRO, Meyer. Impressionismo: reflexões e percepções. São Paulo: Cosac & Naify, 2002. O segundo capítulo é denominado a Estética e o Método Impressionista. No presente texto, apresentaremos a Estética do Impressionismo a partir dos seguintes pontos:

  • O termo “impressionismo” no século XIX;
  • O choque da nudez de Olympia em comparação à nudez na história da arte;
  • Quais as diferenças entre a obra de Cabanel e Olympia?
  • Noções de código e expectativa segundo a estética da recepção;
  • Recepção e observação até o século XIX e sua mudança no século XX;
  • O que são gêneros artísticos. Dê um exemplo de gênero artístico a partir da escolha de 5 obras de arte;
  • Qual a mudança do estatuto do artista a partir do século xix?
  • Qual a definição de impressão?
  • Qual a definição de Paris no século XIX?
  • Qual a relação entre o ambiente e a senação?
  • O que são cores como signos linguísticos?
  • O que são sensações não interpretadas?
  • O que significa a “sombra” como matéria? Dê um exemplo de uma obra artística;
  • Quais são as características cromáticas da obra La Grenouiliére?
  • Como Monet constrói a sensação de movimento na Catedral de Rouen?
  • Analise a construção da silhueta na obra Canoa sobre Epte.
  • Na obra A beira do Sena em Bennecourt – como ocorre a construção do reflexo na água?
  • Como as sombras e a fumaça são representadas em comparação aos outros objetos na Gare Saint-Lazare?
  • Como ocorre a noção de próximo e distante nas representações clássicas e na representação do impressionismo?
  • Como foi construído as pessoas na obra Boulevard des Capucines
  • Quais as diferenças entre a obra de Renoir – Baile no Molin de la Galette e de Monet?

 

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Pierre-Auguste Renoir. Claude Monet lendo, 1872. Óleo sobre tela, 61x 50 cm. Musée Marmottan, Paris.

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Claude Monet. La Grenouillière, c. 1869. Óleo sobre tela 74,6 x 99,7 cm. The Metropolitan Museum of Art, New York.

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Claude Monet. Catedral de Rouen: portal ao sol, 1894, detalhe.

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Claude Monet. Canoa sobre o Epte; Blanche e Marthe Hoschedé, 1890. Óleo sobre tela, 133 x 145 cm. Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand, São Paulo.

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Claude Monet. À beira do Sena em Bennecourt, 1868. Óleo sobre tela 81,5 x 100,7 cm. The Art Institute of Chicago.

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Claude Monet. A gare Saint-Lazare, 1877. Óleo sobre tela 75 x 100 cm. Musée d’Orsay, Paris.

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Claude Monet. Vétheuil no verão, 1880. Óleo sobre tela, 60 x 99,7 cm. The Metropolitan Museum of Art, New York.

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Claude Monet. Rua Montorgueil, 30 de junho de 1878. Óleo sobre tela, 80 x 48,5 cm. Musée d’Orsay, Paris.

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Claude Monet. Boulevard des Capucines, 1873-74. Óleo sobre tela, 80,4 x 60,3 cm. The Nelson-Atkins Museum of Art, Kansas City, Missouri.

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Camille Pissarro. Os telhados vermelhos na aldeia, efeitos no inverno, 1877. Óleo sobre tela, 54,5 x 65,6 cm. Musée d’Orsay, Paris.

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Jean-Baptiste-Camille Corot. Ville d’Avray, 1870. Óleo sobre tela, 54,9 x 80 cm. The Metropolitan Museum of Art, New York.

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Claude Monet. A pega, 1869. Óleo sobre tela 89 x 130 cm. Musée d’Orsay, Paris.

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Claude Monet. A praia em Sainte-Adresse, 1867. Óleo sobre tela, 75,8 x 102,5 cm. The Art Institute of Chicago.

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Claude Monet. A igreja em Vétheuil, neve, 1878-79. Óleo sobre tela, 53 x 71 cm. Musée d’Orsay, Paris.

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Claude Monet. Bordighera, 1884. Óleo sobre tela, 64,8 x 81,3 cm. The Art Institute of Chicago.

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Claude Monet. Ninféias I, 1905. Óleo sobre tela, 89,5 x 100 cm. Museum of Fine Arts, Boston.

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Gustave Caillebotte. Bulevar visto do alto, 1880. Óleo sobre tela, 65 x 54 cm. Coleção particular, Paris.

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Claude Monet. Moinho em Zaandam, 1872. Óleo sobre tela, 48 x 73,5 cm. Ny Carlsberg Glyptotek, Copenhague.

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Pierre-Auguste Renoir. Baile no Moulin de la Galette, 1876. Óleo sobre tela, 131 x 175 cm. Musée d’Orsay, Paris.

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Claude Monet. As quatro árvores, 1891. Óleo sobre tela, 81,9 x 81,6 cm. The Metropolitan Museum of Art, New York.

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Aproximações: 

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Aníbal Mattos. Antiga Capela de Sabará, 1925. 52 x 62,6 cm. Museu Mineiro.

As articulações entre civis e militares, iniciadas em 1923, direcionaram-se para a capital paulista sob o comando do general Isidoro Dias Lopes. O conjunto de fatos ficou conhecido no período como o reinício do Movimento Tenentista. A Estação da Luz não escapou ilesa, sendo queimada conjuntamente com toda a obra de Mattos ali armazenada (como consequência de uma sucessão de medidas autoritárias para o fim das oposições ao presidente Arthur Bernardes). Apenas duas telas foram salvas: Mata Iluminada e Terra Mineira.

Aníbal Mattos continua sua produção artística mesmo após a destruição do conjunto da sua obra. No ano de 1925, pinta a obra Antiga Capela de Sabará. Mattos passa a assumir o domínio da cor em contraposição ao desenho deixando cada vez mais aparente o gesto do pincel que percorre a tela.

 

 

Para saber mais: VIVAS,Rodrigo. Por uma História da Arte em Belo Horizonte: Artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/ Arte, 2012. 248 p.

 

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Aníbal Mattos. Casas de Cidade Antiga, 1926. 40 x 32,8 cm. Museu Mineiro.

Na obra Casas de Cidade Antiga, de 1926, Aníbal pintou os mesmos temas históricos, e, apesar de não modificar os temas tradicionais, parece assumir plenamente a pintura como campos de cor. A vegetação e as casas no lado esquerdo da cena são formadas pela sobreposição de massas cromáticas. Mattos aplica tantas camadas de tinta que exige que o observador se afaste da tela para que consiga formar a imagem. Não existe mais um esforço para a preparação do desenho e posteriormente a construção das figuras. Mattos consegue construir uma imagem orgânica rejeitando as oposições tradicionais entre figura e fundo.

Para saber mais: VIVAS,Rodrigo. Por uma História da Arte em Belo Horizonte: Artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/ Arte, 2012. 248 p.

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