História da Arte em Belo Horizonte

História da Arte em Belo Horizonte

Textos Obrigatórios (formação básica):

Cada aluno deverá se responsabilizar por um texto e colocar as questões a serem discutidas pela turma.

BOIS, Yve-Alain. A questão do pseudomorfismo: um desafio para a abordagem formalista. In: RIBEIRO, Marília Andrés; RIBEIRO, Maria Izabel Branco (Org.) Anais do XXVI Colóquio do CBHA, São Paulo, Outubro de 2006. Belo Horizonte: C/Arte, 2007, p.13-27.

BOIS, Yve-Alain. Introdução. In: A pintura como modelo. WMF, 2009.

GINZBURG, Carlo. De A. Warburg a E.H.Gombrich. Notas sobre um problema de método. In: Mitos, emblemas, sinais: Morfologia e História. 1ª reimpressão. São Paulo: Companhia das Letras, 1990

PANOFSKY, Erwin. A História da Arte como disciplina humanística. Significado nas artes visuais. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1979. pp. 19-46.

PANOFSKY, Erwin. Iconografia e Iconologia: uma introdução ao Estudo da Arte na Renascença. In: Significado nas artes visuais. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1979. p. 47-87.

Vivas, Rodrigo . O que queremos dizer quando falamos em História da Arte no Brasil. Revista Científica/FAP (Curitiba. Impresso), v. 11, p. 94-114, 2011.

VIVAS, Rodrigo; GUEDES, Gisele. DA NARRATIVA COMUM À HISTÓRIA DA ARTE: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA. Art Sensorium. Revista Interdisciplinar Internacional de Artes Visuais. 2015. VOL. 2, N.1.

CHIARELLI, Tadeu. De Anita à academia: para repensar a história da arte no Brasil. Novos estud. – CEBRAP [online]. 2010, n.88 [citado  2012-11-06], pp. 113-132 .

Aula de 18 de setembro – Visita à Igreja de São Francisco de Assis (Pampulha)

VIVAS, Rodrigo. A Arte Moderna em questão. In: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/Arte, 2012. p. 98-106

Aula de 24 de outubro – Salões de Arte da Prefeitura de Belo Horizonte

Texto Obrigatório

Os Salões de Arte da Prefeitura de Belo Horizonte. In: VIVAS, Rodrigo. Por uma História da Arte em Belo Horizonte. Belo Horizonte. C-Arte, 2012

Textos Complementares

BOIS, Yve-Alain. Mudança de Cenário. In: HUCHET, Stephane (Org.). Fragmentos de uma Teoria da Arte.São Paulo USP, 2012

Introdução – Da dificuldade de forma à forma difícil. In: NAVES, Rodrigo. A forma difícil: ensaios sobre arte brasileira. São Paulo Ática, 1996.

As idéias fora do lugar, Roberto Schwarz

As idéias estão no lugar, Maria Sylvia de Carvalho Franco

Aula de 08 de novembro – Abstração vs. Figuração: Vanguardas

A aula dará continuidade ao texto selecionado para o dia 24 de outubro, entretanto deverão ser lidos os textos obrigatórios abaixo para acompanhamento

Texto da aula de 24 de outubro
VIVAS, Rodrigo. A Arte Moderna em questão. In: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/Arte, 2012. p. 98-106


Textos obrigatórios

  1. Manifesto Ruptura.
  2. GULLAR, Ferreira. Manifesto Neoconcreto. Jornal do Brasil, 22 de março de 1959.


Matérias de Jornal selecionadas

 

Referências complementares:

Identificação iconográfica:

  1. OLGA’S GALLERY – ONLINE ART MUSEUM
  2. Web Gallery of Art, searchable fine arts image database

O livro Legenda Áurea: vida de santos, de Jacopo Varazze está disponível para download no seguinte site.

 

 

 

6 de setembro

O mito do Modernismo em questão:

VALLE, Arthur. Introdução. In: A pintura da Escola Nacional de Belas Artes na 1a República (1890-1930)_Da formação do artista aos seus modos estilísticos. Tese de Doutorado. UFRJ, Rio de Janeiro, 2017

A aula estará dividida em dois momentos. No primeiro discutiremos o tema O mito do modernismo em questão a partir da leitura de Arthur Valle. No segundo momento, passaremos a discussão das críticas disponíveis nos links abaixo que receberam o título de Salões, Exposições Gerais de Belas Artes. 

 

Salões, Exposições Gerais de Belas Artes 

 

 

 

Análise das críticas:

Artes e Artistas. Minas Gerais. Belo Horizonte, 09 de dezembro 1923. p. 04.

Artes e Artistas. Minas Gerais. Belo Horizonte, 30 de junho 1919. p. 13.

Diário de Minas. Belo Horizonte, 02 de Setembro de 1926. p. 01.

Diário de Minas. Belo Horizonte, 17 de maio 1924. p. 01.

EXPOSIÇÃO Mattos. Minas Gerais, Belo Horizonte, 09 maio 1917. Artes e Artistas. p. 07.

GOMES, Fernando. Aníbal Mattos, Pintor Romântico. In_ Estado de Minas. Belo Horizonte, 31 de maio 1964.

MINAS GERAIS, Belo Horizonte, 30 abr. 01 maio 1917. Artes e Artistas. p.03.

NETTO, Azeredo. Trechos, Minas Gerais. Belo Horizonte, 19 de Junho de 1913. p. 02.

PENA, Gustavo. Minas Gerais. Belo Horizonte, 15 de junho 1919. p. 10.

PENNA, Manoel. EXPOSIÇÃO de Pintura. Minas Gerais, Belo Horizonte, 23 ago. 1913. p.02.

SILVA, M. Nogueira da. O Pintor Aníbal Matos. Rio de Janeiro A Notícia. 3 de setembro de 1941.

Referências Complementares:

Aníbal Mattos e seu tempo

VIVAS, Rodrigo. Aníbal Mattos e as Exposições Gerais de Belas Artes em Belo Horizonte. 19&20, Rio de Janeiro, v. VI, n. 3, jul./set. 2011. Disponível em: 

VIVAS, Rodrigo. Aníbal Mattos: o pintor inaugural e a tradição visual. In: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/Arte, 2012. p. 42-64.

 

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Alguns trechos dos artigos: 

anibal-mattos-antiga-capela-de-sabara-1925-52-x-626-cm-museu-mineiro

Aníbal Mattos. Antiga Capela de Sabará, 1925. 52 x 62,6 cm. Museu Mineiro.

As articulações entre civis e militares, iniciadas em 1923, direcionaram-se para a capital paulista sob o comando do general Isidoro Dias Lopes. O conjunto de fatos ficou conhecido no período como o reinício do Movimento Tenentista. A Estação da Luz não escapou ilesa, sendo queimada conjuntamente com toda a obra de Mattos ali armazenada (como consequência de uma sucessão de medidas autoritárias para o fim das oposições ao presidente Arthur Bernardes). Apenas duas telas foram salvas: Mata Iluminada e Terra Mineira.

Aníbal Mattos continua sua produção artística mesmo após a destruição do conjunto da sua obra. No ano de 1925, pinta a obra Antiga Capela de Sabará. Mattos passa a assumir o domínio da cor em contraposição ao desenho deixando cada vez mais aparente o gesto do pincel que percorre a tela.

 

 

Para saber mais: VIVAS,Rodrigo. Por uma História da Arte em Belo Horizonte: Artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/ Arte, 2012. 248 p.

 

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Aníbal Mattos. Casas de Cidade Antiga, 1926. 40 x 32,8 cm. Museu Mineiro.

Na obra Casas de Cidade Antiga, de 1926, Aníbal pintou os mesmos temas históricos, e, apesar de não modificar os temas tradicionais, parece assumir plenamente a pintura como campos de cor. A vegetação e as casas no lado esquerdo da cena são formadas pela sobreposição de massas cromáticas. Mattos aplica tantas camadas de tinta que exige que o observador se afaste da tela para que consiga formar a imagem. Não existe mais um esforço para a preparação do desenho e posteriormente a construção das figuras. Mattos consegue construir uma imagem orgânica rejeitando as oposições tradicionais entre figura e fundo.

Para saber mais: VIVAS,Rodrigo. Por uma História da Arte em Belo Horizonte: Artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/ Arte, 2012. 248 p.

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Arte Moderna em Belo Horizonte: Zina Aita, Salão Bar Brasil.

SANTOS, Cristina A. Modernismo em Minas  –  literatura e artes plásticas: um  paradoxo, uma questão em aberto.  Análise  & Conjuntura, Belo Horizonte,  janeiro/abril 1986.

VIEIRA, Ivone Luiza. Emergência do modernismo. In: RIBEIRO, Marília Andrés. Um século de história das artes plásticas em Belo Horizonte. Belo Horizonte. C/Arte e Fundação João Pinheiro, 1997.

VIEIRA, Ivone Luiza. O modernismo em Minas: Salão do Bar Brasil. Catálogo da Exposição. Museu de Arte de Belo Horizonte e Casa do Baile, Pampulha; Museu de Arte Contemporânea da USP e Paço Imperial, Rio de Janeiro, 1986.

VIVAS, Rodrigo. A Arte Moderna em questão. In: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/Arte, 2012. p. 65-88

 

Consolidação da Arte Moderna: Exposição Moderna de 1944; Fundação da Escola Guignard e o Complexo da Pampulha

MATTAR, Denise. O Olhar Modernista de J.K. In: Catálogo da Exposição: O Olhar Modernista de J.K.  São Paulo, 2006.

VIEIRA, Ivone Luiza. A Escola Guignard na cultura modernista de Minas: 1944/1962. Pedro Leopoldo: Companhia de Empreendimentos Sabará, 1986.

VIVAS, Rodrigo. A Arte Moderna em questão. In: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/Arte, 2012. p. 89-98

 

Guignard e a Arte Moderna Brasileira – Exposição do Museu de Arte da Pampulha

5 obras do Guignard além dos artistas:

Alfredo Volpi, Candido Portinari, Burle Marx, Goeldi, Iberê Camargo, Di Cavalcanti, Mary Vieira.

 

A IGREJA DA PAMPULHA: Painel Externo, Painel Interno, Via Sacra, Igreja, Pia de Batismo

AMARAL, Aracy. Arte para quê? A preocupação social na arte brasileira 1930-1970. São Paulo: Nobel, 1984.

ARTE sacra brasileira. Introdução de Mário Barata; textos de D. Marcos Barbosa e Arnaldo Machado. Rio de Janeiro: Colorama, 1988.

BAPTISTA, Anna Paola. O Eterno ao Moderno: arte sacra católica no Brasil, anos 40-50. Rio de Janeiro: Tese de Doutorado em História Social, 2002, UFRJ.

CAMPOS, Adalgisa Arantes. Pampulha – uma proposta estética e ideológica. Análise & Conjuntura, Revista da Fundação João Pinheiro. Belo Horizonte, vol. 13, ns. 5-6, mai-jun1983, pp. 69-90.

CASTRIOTA, Leonardo Barci (org). Arquitetura da modernidade. Belo Horizonte: Editora UFMG, 1998.

CEDRO, Marcelo; DELGADO, Lucília de Almeida Neves. Administração municipal de Juscelino Kubitschek na cidade de Belo Horizonte (1940-1945) e o discurso político cultural do Estado Novo. Revista do Instituto de Ciências Humanas. Belo Horizonte: PUC. Vol.1, nº1. 2006.

FABRIS, Annateresa (org). Arte & política: algumas possibilidades de leitura. BeloHorizonte: C/Arte, 1998.

FACCHINETTI, pe Vittorino, O.F.M. San Francesco d’Assisi nella storia, nella legenda, nell’arte. Milano: Casa Editrice S. Lega Eucaristica, 1926.

JÚNIOR, Rafael Alves Pinto. (2006), Os azulejos de Portinari como elementos visuais da arquitetura modernista brasileira. Goiânia: Dissertação de Mestrado em Cultura Visual, UFG.

LE GOFF, Jacques. São Francisco de Assis. Rio de Janeiro: Record, 2001.

LIMA JUNIOR, Augusto de. História e arte franciscana em Minas Gerais. Revista de História e Arte. Belo Horizonte (2), jan-mar 1963, pp. 104-22.

OCHSÉ, Madeleine. Uma arte sacra para o nosso tempo. São Paulo: Flamboyant, 1960.

TEIXEIRA, Luis Gonzaga. Igreja São Francisco de Assis Pampulha. Memorial da Arquidiocese de Belo Horizonte inventário do patrimônio cultural. Belo Horizonte, PUC Minas, 2008.

WANDERLEY, Ingrid. Azulejos na arquitetura brasileira: os painéis de Athos Bulcão. Dissertação de Mestrado defendida na USP, 2006.

VIVAS, Rodrigo. A Arte Moderna em questão. In: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/Arte, 2012. p. 98-106

 

DÉCADA DE 1950 e início da década de 1960: os salões de arte da prefeitura de Belo Horizonte e Alberto da Veiga Guignard

 

SANTOS, Cristina A. Guignard, as gerações pós-Guignard e a consolidação da modernidade. In: RIBEIRO, Marília Andrés e SILVA, Fernando Pedro da. (Org.). Um Século de História das Artes Plásticas em Belo Horizonte. Belo Horizonte: C/Arte: Fundação João Pinheiro/Coleção Centenário, 1997.

VIVAS, Rodrigo. Da Escola Guignard aos Salões Municipais de Belas Artes. In: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/Arte, 2012. p. 107-117

Haroldo de Almeida Mattos, José de Souza Estevão, Marília Torres GIANNETTI, Paulo BECKER

 

 

Início da década de 1960: Dos Salões de Arte à Neovanguarda – o debate crítico

ALVARADO, D.V.P. Figurações Brasil anos 60: neofigurações fantásticas e neo-surrealismo, novo realismo e nova objetividade. São Paulo: Itaú Cultural; Edusp, 1999.

COUTO, Maria de Fátima Morethy. Por uma vanguarda nacional. A crítica brasileira em busca de uma identidade artística (1940-1960). Campinas: São Paulo, Editora da Unicamp, 2004.

REIS, Paulo Roberto de Oliveira. Exposições de arte – vanguarda e política entre os anos 1965 e 1970. Tese de Doutorado defendida na Universidade Federal do Paraná em 2005.

RIBEIRO, Marília Andrés. Neovanguardas: Belo Horizonte – anos 60. Belo Horizonte: C/Arte, 1997. Cap. 3, 4, 5.

VIVAS, Rodrigo. Os Salões de Arte da Prefeitura de Belo Horizonte. In: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/Arte, 2012. p. 118-144

ZAGO, Renata Cristina de Oliveira Maia. Os salões de Arte Contemporânea de Campinas. Dissertação de Mestrado defendida no Instituto de Artes – Unicamp, 2007.

 

Arte Nacional no Salão Municipal de Belas Artes

VIVAS, Rodrigo. Arte Nacional no Salão Municipal de Belas Artes e a emergência da arte contemporânea. In: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/Arte, 2012. p. 145-202

 

Eventos: Do Corpo à Terra e Objeto e Participação

VIVAS, Rodrigo. Arte Contemporânea em Belo Horizonte. In: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/Arte, 2012. p. 204-228

 

Década de 1970 – Experimentação ou conformismo?

Artistas: José Alberto Nemer, Lothar Charoux, Raymundo Colares, Humberto Espíndola, Jarbas Juarez, Terezinha Veloso, Iazid Thame, Siron Franco, Marília Giannetti, Márcio Sampaio, Mário Zavagli

Décadas de 1980 e 1990: Ressurgimento da Pintura?

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