O Mito do Modernismo

A aula estará dividida em dois momentos. No primeiro discutiremos o tema O mito do modernismo em questão a partir da leitura de Arthur Valle. No segundo momento, passaremos a discussão das críticas disponíveis nos links abaixo que receberam o título de Salões, Exposições Gerais de Belas Artes. Está disponível no moodle uma atividade para leitura das críticas.

 

O mito do Modernismo em questão:

VALLE, Arthur. Introdução. In: A pintura da Escola Nacional de Belas Artes na 1a República (1890-1930)_Da formação do artista aos seus modos estilísticos. Tese de Doutorado. UFRJ, Rio de Janeiro, 2017

 

Salões, Exposições Gerais de Belas Artes 

 

 

Análise das críticas:

Artes e Artistas. Minas Gerais. Belo Horizonte, 09 de dezembro 1923. p. 04.

Artes e Artistas. Minas Gerais. Belo Horizonte, 30 de junho 1919. p. 13.

Diário de Minas. Belo Horizonte, 02 de Setembro de 1926. p. 01.

Diário de Minas. Belo Horizonte, 17 de maio 1924. p. 01.

EXPOSIÇÃO Mattos. Minas Gerais, Belo Horizonte, 09 maio 1917. Artes e Artistas. p. 07.

GOMES, Fernando. Aníbal Mattos, Pintor Romântico. In_ Estado de Minas. Belo Horizonte, 31 de maio 1964.

MINAS GERAIS, Belo Horizonte, 30 abr. 01 maio 1917. Artes e Artistas. p.03.

NETTO, Azeredo. Trechos, Minas Gerais. Belo Horizonte, 19 de Junho de 1913. p. 02.

NETTO, Azeredo. Trechos, Minas Gerais. Belo Horizonte, 13 de Agosto de 1913. p. 02.

PENA, Gustavo. Minas Gerais. Belo Horizonte, 15 de junho 1919. p. 10.

PENNA, Manoel. EXPOSIÇÃO de Pintura. Minas Gerais, Belo Horizonte, 23 ago. 1913. p.02.

SILVA, M. Nogueira da. O Pintor Aníbal Matos. Rio de Janeiro A Notícia. 3 de setembro de 1941.

Referências Complementares:

Aníbal Mattos e seu tempo

VIVAS, Rodrigo. Aníbal Mattos e as Exposições Gerais de Belas Artes em Belo Horizonte. 19&20, Rio de Janeiro, v. VI, n. 3, jul./set. 2011. Disponível em: 

VIVAS, Rodrigo. Aníbal Mattos: o pintor inaugural e a tradição visual. In: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/Arte, 2012. p. 42-64.

Trechos dos artigos

anibal-mattos-antiga-capela-de-sabara-1925-52-x-626-cm-museu-mineiro

Aníbal Mattos. Antiga Capela de Sabará, 1925. 52 x 62,6 cm. Museu Mineiro.

As articulações entre civis e militares, iniciadas em 1923, direcionaram-se para a capital paulista sob o comando do general Isidoro Dias Lopes. O conjunto de fatos ficou conhecido no período como o reinício do Movimento Tenentista. A Estação da Luz não escapou ilesa, sendo queimada conjuntamente com toda a obra de Mattos ali armazenada (como consequência de uma sucessão de medidas autoritárias para o fim das oposições ao presidente Arthur Bernardes). Apenas duas telas foram salvas: Mata Iluminada e Terra Mineira.

Aníbal Mattos continua sua produção artística mesmo após a destruição do conjunto da sua obra. No ano de 1925, pinta a obra Antiga Capela de Sabará. Mattos passa a assumir o domínio da cor em contraposição ao desenho deixando cada vez mais aparente o gesto do pincel que percorre a tela.

 

 

Para saber mais: VIVAS,Rodrigo. Por uma História da Arte em Belo Horizonte: Artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/ Arte, 2012. 248 p.

 

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Aníbal Mattos. Casas de Cidade Antiga, 1926. 40 x 32,8 cm. Museu Mineiro.

Na obra Casas de Cidade Antiga, de 1926, Aníbal pintou os mesmos temas históricos, e, apesar de não modificar os temas tradicionais, parece assumir plenamente a pintura como campos de cor. A vegetação e as casas no lado esquerdo da cena são formadas pela sobreposição de massas cromáticas. Mattos aplica tantas camadas de tinta que exige que o observador se afaste da tela para que consiga formar a imagem. Não existe mais um esforço para a preparação do desenho e posteriormente a construção das figuras. Mattos consegue construir uma imagem orgânica rejeitando as oposições tradicionais entre figura e fundo.

Para saber mais: VIVAS,Rodrigo. Por uma História da Arte em Belo Horizonte: Artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/ Arte, 2012. 248 p.

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