2018/2 – Cronograma

História da Arte em Belo Horizonte: do imaginário da cidade moderna aos salões de arte Contemporânea

(2018/02)

Professor: Rodrigo Vivas

Data de início: 16/08/2018

Horário: toda quinta feira, das 14 às 17:40 h.

Ementa: A disciplina História da Arte em Belo Horizonte tem o objetivo de analisar a produção artística da capital mineira em associação aos textos a ela relacionados, perpassando desde o momento de fundação da cidade, às expressões mais atuais. O estudo é feito do ponto de vista da História da Arte através dos seguintes acervos: Museu Histórico Abílio Barreto, Museu Mineiro e Museu de Arte da Pampulha, considerando-se principalmente a visualidade e materialidade das obras artísticas, tanto em seu aspecto individual, quanto em sua capacidade de pertencimento a uma coleção.
Colocadas no primeiro plano de análise, essas obras se apresentam como fio condutor as reflexões teóricas instituídas sobre o debate existente entre uma arte regional, nacional e internacional.

 

A disciplina faz parte do Mestrado e Doutorado e tem um número significativo de orientandos. A pontualidade é obrigatória, assim como o compromisso com a carga de leitura.

Roteiro para as apresentações:
A apresentação não deve ultrapassar 20 minutos. Caso seja necessário, poderão utilizar o power point, desde que não seja para ler slides.

1) Localização da tradição intelectual do autor;
2) Problematização do autor;
3) Desenvolvimento da argumentação e pontos levantados.

Textos Obrigatórios (formação básica):

Cada aluno deverá se responsabilizar por um texto e colocar as questões a serem discutidas pela turma. A organização já foi enviada por e-mail.

16 de agosto de 2018

  • Formação básica no que se refere ao conhecimento da disciplina História da Arte.  Caso você tenha dúvida sobre a disciplina História da Arte e sua constituição como uma prática acadêmica.

Internacional:

PANOFSKY, Erwin. A História da Arte como disciplina humanística. Significado nas artes visuais. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1979. pp. 19-46.

Brasil:

VIVAS, Rodrigo; GUEDES, Gisele. DA NARRATIVA COMUM À HISTÓRIA DA ARTE: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA. Art Sensorium. Revista Interdisciplinar Internacional de Artes Visuais. 2015. VOL. 2, N.1.

Vivas, Rodrigo . O que queremos dizer quando falamos em História da Arte no Brasil. Revista Científica/FAP (Curitiba. Impresso), v. 11, p. 94-114, 2011.

23 de agosto de 2018

  • Os desafios da disciplina hoje e os ataques realizados nas últimas décadas

BELTING, Hans. Epílogo da arte ou história da arte. In BELTING, Hans. O fim da história da arte uma revisão dez anos depois. São Paulo Cosac Naify, 2006

  • Mundos da Arte

A atividade artística como uma prática coletiva. As modalidades artísticas nos “mundos da arte”.

A análise será realizada a partir dos seguintes capítulos: Mundos da Arte e Actividade Coletiva; As convenções; A Estética, os Estetas e os Críticos.

BECKER, Howard S. Mundos da Arte e Actividade Colectiva. In.: BECKER, Howard S. Mundos da Arte. Trad. Luis San Payo. Edição comemorativa do 25º aniversário, revista e aumentada. Lisboa: Livros Horizonte, 2010. 327p.

 

30 de agosto de 2018

  • História da Arte Brasileira – Produção do Século XIX: Academia Imperial de Belas Artes (AIBA) e Escola Nacional de Belas Artes (ENBA)

COLI, Jorge; ABDALA JUNIOR, Benjamin. Apresentação. In: COLI, Jorge; ABDALA JUNIOR, Benjamin. Como estudar a arte brasileira do século XIX. São Paulo_ Editora Senac São Paulo, 2005

VALLE, Arthur. Introdução. In: VALLE, Arthur. A pintura da Escola Nacional de Belas Artes na 1a República (1890-1930)_Da formação do artista aos seus modos estilísticos. Tese de Doutorado. UFRJ, Rio de Janeiro, 2007

PEREIRA, Sonia Gomes. Revisão historiográfica da arte brasileira do século XIX. Revista Do Instituto De Estudos Brasileiros, n. 54, 2012, pp. 87-106.

  • Mundos da Arte

A atividade artística como uma prática coletiva. As modalidades artísticas nos “mundos da arte”. A análise será realizada a partir dos seguintes capítulos: Mundos da Arte e Actividade Coletiva; As convenções; A Estética, os Estetas e os Críticos.

BECKER, Howard S. As Convenções. In.: BECKER, Howard S. Mundos da Arte. Trad. Luis San Payo. Edição comemorativa do 25º aniversário, revista e aumentada. Lisboa: Livros Horizonte, 2010. 327p.

06 de setembro de 2018 – Visita ao Museu Mineiro

Endereço:  Av. João Pinheiro, 342 – Lourdes, Belo Horizonte – MG, 30130-180

Horário: 14h.

Quem puder chegar mais cedo, faça uma visita rápida, avaliando o espaço e as obras, em seguida escolha se pretende fazer um texto analisando uma obra de sua escolha, ou a narrativa construída pelo Museu. Para facilitar o processo deste trabalho, verifiquem a metodologia proposta no seguinte texto:

VIVAS, Rodrigo; GUEDES, Gisele. DA NARRATIVA COMUM À HISTÓRIA DA ARTE: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA. Art Sensorium. Revista Interdisciplinar Internacional de Artes Visuais. 2015. VOL. 2, N.1.

Na última aula, foi sugerido um vídeo sobre a questão da ciência no Brasil: A ciência brasileira e Síndrome de Cassandra | Natália Pasternak | TEDxUSP

Para esta aula, será necessário realizar a leitura de pelo menos um dos dois textos sobre o pintor Aníbal Mattos:

VIVAS, Rodrigo. Aníbal Mattos:_o pintor inaugural e a tradição visual. In: VIVAS, Rodrigo. Por uma História da Arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte. C-Arte, 2012

VIVAS, Rodrigo. Aníbal Mattos e as Exposições Gerais de Belas Artes em Belo Horizonte. 19&20, Rio de Janeiro, v. VI, n. 3, jul./set. 2011. Disponível em: <http://www.dezenovevinte.net/artistas/rv_am.htm>.

13 de setembro de 2018

  • Mundos da Arte

A atividade artística como uma prática coletiva. As modalidades artísticas nos “mundos da arte”. A análise será realizada a partir dos seguintes capítulos: Mundos da Arte e Actividade Coletiva; As convenções; A Estética, os Estetas e os Críticos.

BECKER, Howard S. A Estética, os Estetas e os Críticos. In.: BECKER, Howard S. Mundos da Arte. Trad. Luis San Payo. Edição comemorativa do 25º aniversário, revista e aumentada. Lisboa: Livros Horizonte, 2010. 327p.

  • História da Arte em Belo Horizonte – Século XIX a início do século XX.

VIVAS, Rodrigo; ASSIS, Márcia Georgina de. A Academia Imperial de Belas Artes no Museu Mineiro. 19&20, Rio de Janeiro, v. VIII, n. 1, jan./jun. 2013. Disponível em: <http://www.dezenovevinte.net/obras/mm_aiba.htm>.

VIVAS, Rodrigo; MIRANDA, Gabriela. Emilio Rouède: das marinhas à cidade moderna. 19&20, Rio de Janeiro, v. XIII, n. 1, jan.-jun. 2018. Disponível em: <http://www.dezenovevinte.net/obras/rv_rouede.htm>.

  • Os desafios da disciplina hoje e os ataques realizados nas últimas décadas

BOIS, Yve-Alain. Introdução. In: A pintura como modelo. WMF, 2009.

  • Definição de Arte Moderna no Brasil. Fazer leitura dos dois textos para discussão.

NAVES, Rodrigo. Da dificuldade de forma à forma difícil. IN NAVES, Rodrigo. A forma difícil_ensaios sobre arte brasileira. São Paulo Ática, 1996

CHIARELLI, Tadeu. Introdução. In Arte Internacional brasileira. São Paulo Lemos-Editorial, 2002.

  • Historiografia da História da Arte. Os caminhos seguidos pela disciplina e suas relações com outras disciplinas. 

GINZBURG, Carlo. De A. Warburg a E.H.Gombrich. Notas sobre um problema de método. In: Mitos, emblemas, sinais: Morfologia e História. 1ª reimpressão. São Paulo: Companhia das Letras, 1990

  • A arte moderna em Belo Horizonte. O capítulo deverá ser dividido por seus subtítulos, cada aluno deverá escolher e fazer uma leitura atenta de um dos tópicos:
    1) Zina Aita e Aníbal Mattos até Galileo Chini, movimento post-macchiaioli e Zina Aita
    2) O Salão Bar Brasil e a XII Exposição da Sociedade Mineira de Belas Artes, Fernando Pieruccetti: Miséria e Jornaleiros até O Catálogo da Exposição Salão Bar Brasil
    3) Exposição Moderna de 1944 até Cândido Portinari
    4) A Igreja de São Francisco de Assis até Painel Externo: a história de São Francisco de Assis
    5) Painel Externo: uma leitura não linear
    até O Painel Central
    6) Da Escola Guignard aos Salões Municipais de Belas Artes (SMBA) até Quatro paisagens de Alberto da Veiga Guignard

VIVAS, Rodrigo. A arte moderna em questão. In: VIVAS, Rodrigo. Por uma História da Arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte. C-Arte, 2012

Leituras complementares: Exposição de 1944 e Baixo-relevo da Igreja de São Francisco de Assis (Pampulha)

VIVAS, Rodrigo. 1944. Do pincel à giletes a arte moderna em Belo Horizonte In: CAVALCANTI, Ana; OLIVEIRA, Emerson Dionisio de; COUTO, Maria de Fátima Morethy; MALTA, Marize. Histórias da Arte em Exposições_ Modos de ver o Brasil; Rio Books/Fapesp. 2016

VIVAS, Rodrigo ; GUEDES, Gisele . TRADIÇÃO E DIÁLOGO: ANÁLISE DO BAIXO-RELEVO DA IGREJA SÃO FRANCISCO DE ASSIS. In: 25 Encontro da ANPAP, 2016, Porto Alegre. 25 Encontro da ANPAP. Porto Alegre: ANPAP, 2016. v. 1. p. 914-929.

 

20 de setembro de 2018

 

27 de setembro de 2018

 

04 de outubro de 2018

BOIS, Yve-Alain. Mudança de Cenário. In: HUCHET, Stephane (Org.). Fragmentos de uma Teoria da Arte.São Paulo USP, 2012

  • Questões de método:

Iconografia:

PANOFSKY, Erwin. Iconografia e Iconologia: uma introdução ao Estudo da Arte na Renascença. In: Significado nas artes visuais. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1979. p. 47-87.

Pseudomorfismo:

BOIS, Yve-Alain. A questão do pseudomorfismo: um desafio para a abordagem formalista. In: RIBEIRO, Marília Andrés; RIBEIRO, Maria Izabel Branco (Org.) Anais do XXVI Colóquio do CBHA, São Paulo, Outubro de 2006. Belo Horizonte: C/Arte, 2007, p.13-27.

 

11 de outubro de 2018

 

18 de outubro de 2018

 

25 de outubro de 2018

 

01 de novembro de 2018

 

08 de novembro de 2018

 

15 de novembro de 2018

 

22 de novembro de 2018

 

29 de novembro de 2018