Crítica de Arte 2019/02

Crítica das Artes Visuais

As aulas de Crítica das Artes Visuais serão  ministradas seguindo as seguintes regras:

Horário de chegada: será feita uma chamada às 8:20 min., com tolerância de 10 min. para chegada em sala. A cada encontro são contabilizadas quatro aulas, portanto, a chegada após as 8:30 implicará em duas faltas ao aluno.

A leitura prévia dos textos definidos para cada aula é obrigatória, sendo de responsabilidade do aluno levar os textos para sala, possibilitando as discussões. Cada texto será discutido por quanto tempo necessário, conforme o desenvolvimento da turma. Ao começo das aulas, o(s) aluno(s) deve(m) explicitar sua(s) dúvida(s) sobre o texto, apontando com exatidão a página, a partir da leitura do(s) trecho(s) ao qual se refere(m). Não havendo dúvidas sobre o texto selecionado para o dia, passaremos para a discussão do texto seguinte.

Toda discussão em sala seguirá por meio de debates em nível acadêmico, as problematizações, dúvidas ou questionamentos não poderão ser sustentadas por achismos ou “opiniões” sem embasamento teórico, portanto, caso um texto selecionado não seja suficiente para sanar alguma questão, poderemos procurar outros textos para discussão.

Todo trabalho, fichamento ou análise deverá estar formatado conforme as normas da ABNT, textos fora do padrão de formatação não serão avaliados. Link para download do tutorial: Normas para Formatação ABNT.
Referência complementar sobre as normas: FRANÇA. Junia Lessa. Manual para normalização de publicações técnico-cientificas. 8a Ed. Belo Horizonte, Ed.: UFMG, 2008, p. 49-255

 

Avaliações:

Os 100 pontos da disciplina serão distribuídos da seguinte forma:

35 pontos – Primeira avaliação + 35 pontos Segunda avaliação

A avaliação é realizada em sala de aula, sem consulta, a partir dos textos discutidos. São duas questões, cada uma com o valor de 17,5 pontos.

A avaliação tem duração de duas horas.

30 pontos de atividades e participação em aula

Ao longo do semestre serão propostas algumas atividades disponibilizadas previamente no moodle. Esses pontos também serão distribuídos considerando a participação em aula.

  • Considera-se participação em aula: 
    Elaboração de dúvidas sobre o texto, previamente redigidas, e postadas no moodle sempre as terças.

 

 

Aula 1: 07/08/2019

Apresentação do curso – A Modernidade

O curso tem como objetivo a análise das produções artísticas produzidas no período compreendido como moderno até os dias atuais. As aulas serão divididas por temas a partir das leituras a serem realizadas antecipadamente, e é importante ter em mente que a compreensão de um recorte de tempo tão amplo, com todas as suas modificações, exige atenção e dedicação em relação ao material textual oferecido e às orientações dadas durante as aulas.

Compreendida na historiografia da arte como o período em que surgem diversificadas correntes/movimentos e grupos de artistas, a Arte Moderna geralmente é demarcada a partir do surgimento do Impressionismo, no fim do século XIX, que abre espaço para diversas outras manifestações, culminando nas produções artísticas atuais.

No decorrer do curso buscaremos situar os principais conceitos associados, bem como conhecer algumas obras e artistas situados neste tipo de produção, percebendo como funda-se o debate na Europa e Estados Unidos, demarcando ainda a compreensão teórica no Brasil sobre a arte moderna.

 

Aula 7 de agosto de 2019

 

Leitura 01 —  Modernidade e Pós Modernidade

Referência obrigatória: HARVEY, David. Modernidade e pós modernismo. In: HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. São Paulo: Edições Loyola, 1992

Para compreensão dos principais pressupostos relacionados à Arte Moderna, um elemento fundamental a ser discutido refere-se aos conceitos de modernidade e pós-modernidade, já debatidos por diversos autores, dentre eles Marshall Berman e Anthony Giddens. Entretanto, para este curso selecionamos o texto Modernidade e modernismo, publicado por David Harvey em seu livro Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural

No texto de Harvey seremos apresentados a uma série de concepções elaboradas sobre o conceito de modernidade desde o século XVIII, destacando os principais aspectos de mudanças observadas na sociedade ao longo dos séculos seguintes. Entretanto, o modernismo será efetivamente observado a partir da construção do projeto iluminista, que abala as estruturas então vivenciadas historicamente. Com um sentido de universalidade e comportando elementos do conhecimento humano, como a razão e o domínio da natureza a partir da ciência, o projeto iluminista instaura a modernidade, sem no entanto deixar de ser questionado/criticado, especialmente a partir de autores que buscam um conceito de pós-modernidade.

É neste cenário de mudanças que surge a estética, campo de conhecimento filosófico que se torna fundamental para o desenvolvimento e compreensão da arte moderna, por promover a experiência a partir de distintas sensações.

O objetivo desta aula portanto será a apresentação destes distintos conceitos de modernidade e pós-modernidade, introduzindo o cenário que colaborou para o reconhecimento da arte como produto do conhecimento humano, possuindo um valor tal qual às demais ciências.

Comentários sobre a aula:

Na aula de hoje discutimos uma série de questões relacionadas a ideia dos “mundos da arte”.

Definições:

A crítica de arte entendida como processo de mediação entre o “mundo da arte” e o mundo social;

A crítica de arte não considerada em seu aspecto “judicativo”, mas de interlocução e mediação;

 

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Aula 14 de agosto de 2019

Referência obrigatória: HARVEY, David. Modernidade e pós modernismo. In: HARVEY, David. Condição pós-moderna: uma pesquisa sobre as origens da mudança cultural. São Paulo: Edições Loyola, 1992

 

Continuaremos nossa discussão sobre o texto do David Harvey. O texto foi iniciado sobre a apresentação do Projeto Iluminista.

Contruí um “mapa inicial” para ser debatido com relação ao sistema de valoração da obra de arte

O esquema inicial se encontra no Mapa Institucional ou Sistema da Arte – Esquema.

Caso o texto do Harvey esteja terminado, vamos discutir o conceito de Humanismo segundo Panofky.

PANOFSKY, Erwin. A História da Arte como disciplina humanística. Significado nas artes visuais. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, 1979. pp. 19-46.

Referências mencionados na discussão em sala:

FOUCAULT, M. Qu’est-ce que la Critique?. Bulletin de la Société Française de Philosophie,
Paris, t. LXXXIV, année 84, n.2, p.35-63, avr./juin. 1990.

BARTHES, Roland; PERRONE-MOISÉS, Leyla. Critica e verdade. 3. ed. São Paulo: Perspectiva, 1999. 231 p. (Debates ; 24).

GINZBURG, Carlo. “De Warburg a Gombrich”. In: Mitos, emblemas e sinais – Morfologia e História. São Paulo, Companhia das Letras, 1990.

 

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Aula 21 de agosto de 2019

Aula 03 — A crítica de Gonzaga Duque

O texto do Gonzaga Duque é o primeiro texto “histórico” que estamos lendo no curso.

Textos obrigatórios:

  1. Apresentação do Tadeu Chiarelli sobre Gonzaga Duque: CHIARELLI, Tadeu. Apresentação. In_DUQUE ESTRADA, Luís de Gonzaga; . A arte brasileira. Campinas, (SP)- Mercado de Letras, c1995.
  2. Texto de análise de Gonzaga Duque sobre Almeida Jr.: DUQUE ESTRADA, Luís de Gonzaga; Almeida Jr. e Amoedo. In_A arte brasileira. Campinas, (SP)- Mercado de Letras, c1995.

Outras críticas:

KUSABA, Andréia Costa (org.)Rodolpho Amoêdo, por Gonzaga Duque. 19&20, Rio de Janeiro, v. III, n. 2, abr. 2008. Disponível em: <http://www.dezenovevinte.net/artigos_imprensa/gd_ra.htm>.

Transcrição do texto “A Exposição do Mez”, publicado na revista Kosmos, n.4, abril de 1905, pp.10-14, feita a partir de original pertencente a Biblioteca do Museu Nacional de Belas Artes – RJ.  Reproduzimos aqui as ilustrações que acompanhavam a publicação original e procuramos manter a grafia original.

DUQUE, Gonzaga. Graves & Frívolos. Lisboa: Livraria Clássica Editora, 1910, p. 63sg. (Versão com ortografia atualizada do texto publicado na coletânea).

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4 de setembro

Aula 04 — O Modernismo no Brasil – 20 de abril

A aula estará dividida em dois momentos. No primeiro discutiremos o tema O mito do modernismo em questão a partir da leitura do texto de introdução da tese de Arthur Valle. No segundo momento, passaremos a discussão das críticas disponíveis nos links abaixo que receberam o título de Salões, Exposições Gerais de Belas Artes. Estará disponível no moodle uma atividade para análise destas críticas, cujo objetivo é descrever, apontando os argumentos utilizados pelos autores em seus textos.

Textos obrigatórios:

  1. COLI, Jorge; ABDALA JUNIOR, Benjamin. A inveção da descobreta. In Como estudar a arte brasileira do século XIX. São Paulo_ Editora Senac São Paulo, 2005
  2. PEREIRA, Sonia Gomes. Revisão historiográfica da arte brasileira do século XIX. Revista Do Instituto De Estudos Brasileiros, n. 54, 2012, pp. 87-106.

Textos críticos sobre o pintor Aníbal Mattos:

  1. Artes e Artistas. Minas Gerais. Belo Horizonte, 09 de dezembro 1923. p. 04.
  2. Artes e Artistas. Minas Gerais. Belo Horizonte, 30 de junho 1919. p. 13.
  3. Diário de Minas. Belo Horizonte, 02 de Setembro de 1926. p. 01.
  4. Diário de Minas. Belo Horizonte, 17 de maio 1924. p. 01.
  5. NETTO, Azeredo. Trechos, Minas Gerais. Belo Horizonte, 19 de Junho de 1913. p. 02.
  6. SILVA, M. Nogueira da. O Pintor Aníbal Matos. Rio de Janeiro A Notícia. 3 de setembro de 1941.

Leitura complementar:

  1. VIVAS, Rodrigo. Aníbal Mattos e as Exposições Gerais de Belas Artes em Belo Horizonte. 19&20, Rio de Janeiro, v. VI, n. 3, jul./set. 2011. Disponível em:
  2. VIVAS, Rodrigo. Aníbal Mattos: o pintor inaugural e a tradição visual. In: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/Arte, 2012. p. 42-64.

Salões, Exposições Gerais de Belas Artes

 

Alguns trechos dos artigos com análise das obras de Aníbal Mattos:

anibal-mattos-antiga-capela-de-sabara-1925-52-x-626-cm-museu-mineiro

Aníbal Mattos. Antiga Capela de Sabará, 1925. 52 x 62,6 cm. Museu Mineiro.

As articulações entre civis e militares, iniciadas em 1923, direcionaram-se para a capital paulista sob o comando do general Isidoro Dias Lopes. O conjunto de fatos ficou conhecido no período como o reinício do Movimento Tenentista. A Estação da Luz não escapou ilesa, sendo queimada conjuntamente com toda a obra de Mattos ali armazenada (como consequência de uma sucessão de medidas autoritárias para o fim das oposições ao presidente Arthur Bernardes). Apenas duas telas foram salvas: Mata Iluminada e Terra Mineira.

Aníbal Mattos continua sua produção artística mesmo após a destruição do conjunto da sua obra. No ano de 1925, pinta a obra Antiga Capela de Sabará. Mattos passa a assumir o domínio da cor em contraposição ao desenho deixando cada vez mais aparente o gesto do pincel que percorre a tela.

Texto completo: VIVAS,Rodrigo. Por uma História da Arte em Belo Horizonte: Artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/ Arte, 2012. 248 p.

 

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Aníbal Mattos. Casas de Cidade Antiga, 1926. 40 x 32,8 cm. Museu Mineiro.

 

Na obra Casas de Cidade Antiga, de 1926, Aníbal pintou os mesmos temas históricos, e, apesar de não modificar os temas tradicionais, parece assumir plenamente a pintura como campos de cor. A vegetação e as casas no lado esquerdo da cena são formadas pela sobreposição de massas cromáticas. Mattos aplica tantas camadas de tinta que exige que o observador se afaste da tela para que consiga formar a imagem. Não existe mais um esforço para a preparação do desenho e posteriormente a construção das figuras. Mattos consegue construir uma imagem orgânica rejeitando as oposições tradicionais entre figura e fundo.

Texto completo: VIVAS,Rodrigo. Por uma História da Arte em Belo Horizonte: Artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/ Arte, 2012. 248 p.

 

Aula 05 — A arte de Vanguarda e o Modernismo Brasileiro – 20 de abril

Nesta aula serão discutidos no primeiro momento os argumentos de Greenberg que permearam a questão da diferenciação entre a arte de vanguarda e o kitsch, e no segundo momento será discutido os textos de Chiarelli, o qual analisa a crítica de Mário de Andrade, responsável por forjar o conceito de modernismo na arte brasileira da década de 20.

Textos obrigatórios:
Vanguarda e Kitsch

  1. GREENBERG, Clement. Vanguarda e kitsch. In: GREENBERG, Clement et al. Clement Greenberg e o debate crítico. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001. p. 27 – 43.

Críticas de Mário de Andrade

  1. CHIARELLI, T. Introdução. In: Pintura não é só beleza – a crítica de arte de Mário de Andrade. Letras Contemporâneas, 2007
  2. CHIARELLI, T. O círculo que se abre. In: Pintura não é só beleza – a crítica de arte de Mário de Andrade. Letras Contemporâneas, 2007

Aula 06 — História da arte brasileira ou história da arte no Brasil?

Textos obrigatórios:

  1. CHIARELLI, Tadeu. Introdução. In Arte Internacional brasileira. São Paulo Lemos-Editorial, 2002.
  2. NAVES, Rodrigo. Introdução. A forma difícil: ensaios sobre arte brasileira. São Paulo: Ática, 1996. 285p.

Textos complementares:

  1. As idéias fora do lugar, Roberto Schwarz
  2. As idéias estão no lugar, Maria Sylvia de Carvalho Franco

Aula 07 — A crítica de Sérgio Milliet

Textos obrigatórios:

  1. MILLIET, Sérgio. “Da Pintura Moderna” In: Três Conferências. Rio de Janeiro: Ministério de Educação e Cultura, 1955.
  2. MILLIET, Sérgio. “Do assunto”. In: Pintores e Pinturas. São Paulo: Martins Fontes, 1940.
  3. MILLIET, Sérgio. “Em torno do 3o. Salão de Maio” In: Pintores e Pinturas. São Paulo: Martins Fontes, 1940.

Aula 08 — Abstração vs. Figuração: Vanguardas

Textos obrigatórios:

  1. BILL, Max. O Pensamento Matemático na Arte de nosso tempo.1950.
  2. Manifesto Ruptura.
  3. GULLAR, Ferreira. Manifesto Neoconcreto. Jornal do Brasil, 22 de março de 1959.
  4. ARANTES, Otília Beatriz Fiori. O ponto de vista do crítico. In – Mario Pedrosa, itinerário crítico. São Paulo Editora Cosac Naify, 2004. p. 31-77.
  5. ARANTES, Otilia Beatriz Fiori. Abstração e Modernidade. In – Mario Pedrosa, itinerário crítico. São Paulo Editora Cosac Naify, 2004. p. 31-77.

Aula 09 — Início da década de 60: dos Salões de Arte à Neovanguarda — o debate crítico

Textos obrigatórios:

  1. ALVARADO, D.V.P. Figurações Brasil anos 60: neofigurações fantásticas e neo-surrealismo, novo realismo e nova objetividade. São Paulo: Itaú Cultural; Edusp, 1999.
  2. COUTO, Maria de Fátima Morethy. Por uma vanguarda nacional. A crítica brasileira em busca de uma identidade artística (1940-1960). Campinas: São Paulo, Editora da Unicamp, 2004.
  3. REIS, Paulo Roberto de Oliveira. Exposições de arte – vanguarda e política entre os anos 1965 e 1970. Tese de Doutorado defendida na Universidade Federal do Paraná em 2005.
  4. RIBEIRO, Marília Andrés. Neovanguardas: Belo Horizonte – anos 60. Belo Horizonte: C/Arte, 1997. Cap. 3, 4, 5.
  5. VIVAS, Rodrigo. Os Salões de Arte da Prefeitura de Belo Horizonte. In: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/Arte, 2012. p. 118-144
  6. ZAGO, Renata Cristina de Oliveira Maia. Os salões de Arte Contemporânea de Campinas. Dissertação de Mestrado defendida no Instituto de Artes – Unicamp, 2007.

Leitura complementar: VIVAS, Rodrigo. Arte Nacional no Salão Municipal de Belas Artes e a emergência da arte contemporânea. In: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/Arte, 2012. p. 145-202

Aula 10 — Eventos: Do corpo à Terra e Objeto e participação

Textos obrigatórios:

  1. VIVAS, Rodrigo. Arte Contemporânea em Belo Horizonte. In: Por uma história da arte em Belo Horizonte: artistas, exposições e salões de arte. Belo Horizonte: C/Arte, 2012. p. 204-228.
  2. REIS, Paulo Roberto de Oliveira. Exposições de arte – vanguarda e política entre os anos 1965 e 1970. Tese de Doutorado defendida na Universidade Federal do Paraná em 2005.

Aula 11 — Década de 70: Experimentação ou conformismo?

Textos obrigatórios:

  1. PECCININI, Daisy. (org) Arte. Novos Meios, Multimeios. Anos 70/80. São Paulo: Instituto de Pesquisa, Setor de Arte FAAP, 1985.
  2. BASBAUM, Ricardo. (org) Arte contemporânea Brasileira. texturas, dicções, ficções e estratégias. Rio de Janeiro: Ed. Rios ambiciosos, 2001.
  3. FARIAS, Agnaldo. Arte brasileira hoje. São Paulo: Publifolha, 2002.
  4. FREIRE, Cristina. Poéticas do processo. Arte conceitual no museu. São Paulo: MAC USP, Iluminuras, 1999.

Artistas: José Alberto Nemer, Lothar Charoux, Raymundo Colares, Humberto Espíndola, Jarbas Juarez, Terezinha Veloso, Iazid Thame, Siron Franco, Marília Giannetti, Márcio Sampaio, Mário Zavagli.

 

Aula 12 — Décadas de 80 e 90: Ressurgimento da pintura?

Textos obrigatórios:

  1. BASBAUM, Ricardo. Pintura dos anos 80: algumas observações críticas. In: ______ (Org). Arte contemporânea brasileira: texturas, dicções, ficções estratégias. Rio de Janeiro: Rios Ambiciosos, 2001. p. 299-317. Link para download no site ICAA (necessário fazer login)
  2. CANONGIA, Ligia. Anos 80: embates de uma geração. Rio de Janeiro: Francisco Alves, [201?]. 244 p
  3. CANTON, Katia. Novíssima arte brasileira: um guia de tendências. São Paulo: Iluminuras, 2001.
  4. MORAIS, Frederico. Anos 80: a pintura resiste. In: BR 80: pintura Brasil década 80. São Paulo: Instituto Cultural Itaú, 1991.

 

Referências complementares:

Identificação iconográfica:

  1. OLGA’S GALLERY – ONLINE ART MUSEUM
  2. Web Gallery of Art, searchable fine arts image database

O livro Legenda Áurea: vida de santos, de Jacopo Varazze está disponível para download no seguinte site.

Referências indicadas durante as aulas (links disponíveis em outros sites da internet)

CHIARELLI, Tadeu. De Anita à academia: para repensar a história da arte no Brasil. Novos estud. – CEBRAP, São Paulo , n. 88, p. 113-132, Dec. 2010 . BENJAMIN, Walter. O narrador: considerações sobre a obra de Nikolai Leskov. Magia e técnica, arte e política: ensaios sobre literatura e história da cultura. São Paulo: Brasiliense, 1994, p. 197-221.

A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica, de Walter Benjamin

Microfísica do poder, de Michel Foucault

A estética da recepção: Colocações Gerais, de Hans Robert Jauss

Paranoia ou mistificação? crítica de Monteiro Lobato aos modernistas brasileiros.

Texto Passados presentes: midias, politica, amnesia, do livro Seduzidos pela Memória, de Andreas Huyssen

As novas regras do jogo: o sistema da arte no Brasil, organizadora Maria Amélia Bulhões

Desobediência epistêmica: a opção descolonial e o significado de identidade em política, de Walter D. Mignolo

Almeida Júnior: o sol no meio do caminho, de Rodrigo Naves

A violência e o caipira, de Jorge Coli

As regras da arte: genese e estrutura do campo literario, de Pierre Bourdieu

Ambiguidades na construção de um “gênio brasileiro”, de Icleia Borsa Cattani

As idéias fora do lugar, Roberto Schwarz

As idéias estão no lugar, Maria Sylvia de Carvalho Franco

Portinari, Pintor Social, de Annateresa Fabris

Um Jeca nos Vernissages, de Tadeu Chiarelli

Arte Para Quê? – a Preocupação Social na Arte, de Aracy Amaral

A Arte no Brasil nas décadas de 1930-40: o Grupo Santa Helena, de Walter Zanini

Profissão Artista: pintoras e escultoras acadêmicas brasileiras, de Ana Paula Cavalcanti Simioni

 

Indicações para os trabalhos:

Sobre o Problema do Desenho:

LICHTENSTEIN, Jacqueline. (Org.). A pintura. Vol. 9. O desenho e a cor. São Paulo: Ed. 34, 2006.

MATTOS, Aníbal. As artes do Desenho no Brasil. 1923.

SAMPAIO, Márcio. O desenho em Minas. Belo Horizonte – Palacio das Artes, 1979.

VALÉRY, Paul. Degas Dança Desenho. Tradução por Christina Murachco. São Paulo_ Cosac&Naify

DIAS, Bruno dos Santos; DUARTE, Renata Garcia Campos, FONSECA, Daniela Flávia Martins. O Desenho em foco: a arte aplicada na transição do século XIX para o XX. 19&20, Rio de Janeiro, v. III, n. 2, abr. 2008. Disponível em: <http://www.dezenovevinte.net/ensino_artistico/ea_bd_desenho.htm&gt;

GOMES, Sonia Pereira. Arte, ensino e academia: estudos e ensaios sobre a Academia de Belas Artes do Rio de Janeiro, 1. Ed. Rio de Janeiro: Faperj, 2016, 360 p.

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