Os salões municipais de belas artes e a emergência da arte contemporânea em Belo Horizonte : 1960-1969

ANDRADE, Rodrigo Vivas. Os salões municipais de belas artes e a emergência da arte contemporânea em Belo Horizonte : 1960-19692008. 234, [36] p. : Tese (doutorado) – Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Filosofia e Ciências Humanas.

 

Resumo:
Encontra-se, nessa tese, o estudo das obras premiadas nos Salões Municipais de Belas Artes (SMBAs) de Belo Horizonte na década de 1960 e a transformação do SMBA em Salão Nacional de Arte Contemporânea (SNAC) em 1969. Para tanto, tornou-se necessário o entendimento das modificações do cenário artístico de Belo Horizonte iniciadas pelos
confrontos entre acadêmicos, representados por Aníbal Matos, e os modernos reunidos nas exposições: Zina Aita em 1920, Salão Bar Brasil 1936, Exposição Moderna em 1944.
Entende-se como a consolidação da arte moderna a vinda de Alberto da Veiga Guignard para fundar uma Escola de Artes, assim com as medidas modernizadoras de Juscelino Kubitschek, enquanto prefeito da capital mineira. Esse cenário e pinturas desses artistas são estudados na primeira parte da tese. Na década de 1960, os SMBAs abandonam o viés regional e passam a contar com a participação de artistas e críticos fundamentalmente do Rio de Janeiro e São Paulo. Para a compreensão desses acontecimentos, são analisadas as pinturas premiadas, nos Salões Municipais de Belas Artes, responsáveis por constituir o acervo do Museu de Arte da Pampulha. Para finalizar a tese, buscou-se compreender a emergência da arte contemporânea, na capital mineira, através do estudo das manifestações: Vanguarda Brasileira (1966), Objeto e Participação e Do Corpo à Terra (1970) que propunham a destruição do suporte do objeto artístico, da desmaterialização da obra de arte, assim como o questionamento dos SMBAs.

2016

VIVAS, Rodrigo; GUEDES, Gisele. Desejos individuais – imagens de coletividade. ouvirouver, Uberlândia v. 1 2 n. 1 p. 1 68-1 79 jan.| jul. 2016

RESUMO:

O objetivo do presente texto é compreender os fatores responsáveis pelo processo de constituição, pesquisa e comunicação das coleções de arte. Posteriormente à análise de algumas instituições brasileiras – Museu de Arte da São Paulo (MASP) e Inhotim, o estudo é especificamente direcionado ao Museu de Arte da Pampulha (MAP), colocando em perspectiva os elementos caracterizadores da coleção, caso das doações empreendidas pelo mecenas Assis Chateaubriand e pelas obras incorporadas anualmente através dos Salões de arte realizados pelo próprio museu. O primeiro como fator inicial de formação da coleção e o segundo, firmado como principal alternativa para sua ampliação. O artigo versa especificamente sobre as relações existentes entre a prática museal, os aspectos de construção da história da arte e a definição do valor artístico para os objetos.


 

VIVAS, Rodrigo. Centro Cultural UFMG: curadoria e memória. In: 25 Encontro da ANPAP, 2016, Porto Alegre. 25 Encontro da ANPAP. Porto Alegre: ANPAP, 2016. v. 1. p. 79-92

RESUMO:

O presente artigo levanta duas questões que problematizam o circuito artistico e a curadoria. No primeiro momento serão apresentados os Salões de Arte da Prefeitura de Belo Horizonte como mecanismo primordial de discussão, validação e fomento do circuito artístico na capital, tema já trabalhado na tese Os Salões Municipais de Belas Artes e a emergência da arte contemporânea em Belo Horizonte: 1960-1969 (2008) e no livro Por uma história da Arte em Belo Horizonte (2012). Contudo, após o furor identificado à arte contemporânea, assiste-se, em Belo Horizonte, um gradativo esvaziamento dos Salões de Arte, assim como do circuito. Tendo em vista esse cenário, apresentaremos a proposta curatorial que tem sido realizada no Centro Cultural UFMG desde 2014 no sentido de construção de um circuito de arte alternativo a partir da realização de exposições de artistas já consolidados como também jovens artistas.


 

Vivas, Rodrigo ; Guedes, Gisele . TRADIÇÃO E DIÁLOGO: ANÁLISE DO BAIXO-RELEVO DA IGREJA SÃO FRANCISCO DE ASSIS. In: 25 Encontro da ANPAP, 2016, Porto Alegre. 25 Encontro da ANPAP. Porto Alegre: ANPAP, 2016. v. 1. p. 914-929.

RESUMO:

O presente trabalho analisa o baixo-relevo realizado por Alfredo Ceschiatti que figura como espaço interno no bastistério da Igreja São Francisco de Assis em Belo Horizonte, cuja construção data de 1943. Executados por Ceschiatti em 1944, a obra é composta por quatro painéis de bronze fixados sobre uma estrutura em formato curvilíneo que delimita o batistério. O objetivo é levantar a iconografia da cena representada, relacionando os temas tradicionalmente situados no batistério e a opção temática feita pelo artista em recusar tal tradição e oferecer uma proposta inovadora. Outro aspecto presente na investigação, considerando-a em termos de “função” e “destinação”, será compreender seu significado enquanto espaço reservado à prática do sacramento católico denominado batismo.


 

VIVAS, Rodrigo. Abstrações em movimento: concretismo, neoconcretismo e tachismo. In: AVOLESE, Claudia Mattos; BERBARA, Maria; SERAPHIM, Mirian Nogueira; MENESES, Patricia; CONDURU, Roberto; QUIRICO, Tamara. (Orgs.) Anais do XXXVI Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte: Arte em Ação, Campinas-SP, 4-6 de outubro de 2016. Rio de Janeiro: Comitê Brasileiro de História da Arte – CBHA, 2017 [2016]. p. 540-547.

2015

VIVAS, Rodrigo. Celma Alvim – crítica de arte. Anais do 24o Encontro da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas, setembro de 2015, Santa Maria, RS ; Nara Cristina Santos … [et al.] (orgs.). – Santa Maria : ANPAP; Universidade Federal de Santa Maria, PPGART, 2015.

RESUMO:

O presente trabalho elabora uma análise sobre a produção crítica de Celma Alvim desenvolvida entre os anos de 1970 a 1983. O objetivo é compreender as principais questões relativas ao circuito artístico de Belo Horizonte e diretamente relacionadas aos salões de arte realizados pelo Museu de Arte da Pampulha. O estudo integra as pesquisas sobre a história da arte em Belo Horizonte a partir da análise de obras artísticas constituintes dos acervos localizados na capital.


 

VIVAS, Rodrigo; GUEDES, Gisele. DA NARRATIVA COMUM À HISTÓRIA DA ARTE: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA. Art Sensorium. Revista Interdisciplinar Internacional de Artes Visuais. 2015. VOL. 2, N.1, p. 1-14

RESUMO:

Esse trabalho fornece uma breve introdução a alguns conceitos da história da arte. O objetivo é discutir as perspectivas de análise à obra artística em seus possíveis desdobramentos na sociologia, psicologia e história. Em contraponto, são apresentados os aspectos teórico-metodológicos da história da arte como disciplina autônoma. Na segunda parte do texto é oferecida uma proposta metodológica para a produção artística fundamentada em sua materialidade e visualidade.

2014

VIVAS, Rodrigo. A Arte que não estava lá. In Museu de Arte da Pampulha. (Org.). Belo Horizonte Museu de Arte da Pampulha, 2014, p. 13-29

 

RESUMO:

Os discursos sobre artes e artistas tendem a considerar sempre uma busca pela inovação. A trajetória do artista passa a ser caracterizada como o exercício da ruptura. Mas existe novidade em arte? Como definir uma ruptura? O discurso sobre as produções artísticas que se constituíram em Belo Horizonte são também influenciados por outra prática: a necessidade de se encontrar uma equivalência com as produções de São Paulo e Rio de Janeiro. Estabelece-se nesse tipo de perspectiva, uma suposta correspondência dos artistas mineiros com os movimentos artísticos mais inovadores que deveriam ilustrar: partindo da história da arte europeia, dos ismos ou vanguardas históricas e passando por termos como impressionismo, pós-impressionismo, futurismo ou surrealismo.

Dessa forma, verifica-se a necessidade de se encontrar nas terras mineiras os representantes de cada movimento artístico, uma vez que se observa a falta de valorização da produção local por seus próprios critérios. Nessa perspectiva, Genesco Murta é considerado o “nosso quase impressionista” e Aníbal Mattos “nosso acadêmico”. Mas, se a análise das produções artísticas das primeiras décadas do século XX pautou-se pelo discurso do atraso, com artistas que direcionaram sua produção para Belo Horizonte, os estudos sobre as décadas de 60, constituíram-se em uma grande reviravolta.

Catálogo completo da Exposição “Outra Presença”


 

VIVAS, Rodrigo. A vanguarda passou por BH: o mito da irradiação ou ressonância. VIS – Revista do Programa de Pós-graduação em Arte da UnB, V.13 nº1/janeiro-junho de 2014

RESUMO:

O presente trabalho se dedica à investigação das artes visuais em Belo Horizonte na década de 1960, colocando em perspectiva as relações existentes entre o cenário artístico da cidade e a atuação da vanguarda na mesma época. A análise é feita através das obras artísticas produzidas no período, consideradas primeiramente em sua especificidade e não em sua vinculação a quadros teóricos que tendem a estabelecer como polos de equivalência, regiões como Rio de Janeiro e/ou São Paulo, ou ainda, a reduções históricas fundamentadas pelo contexto militar brasileiro dos anos 60. É também, proposta metodológica deste texto, a instituição de um processo de verificação de fontes calcadas apenas no discurso de personagens da época, e a revisão da aplicação de termos como “centro” e “periferia” no que se refere à análise e compreensão de obras artísticas.


 

VIVAS, Rodrigo. Arte neoclássica e arte moderna nos Salões Municipais de Belas Artes: um confronto além dos conceitos. REAPCBH – Revista Eletrônica do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte, número 1, mar. 2014

RESUMO:

O presente trabalho aborda questões referentes às modificações dos critérios artísticos nos Salões de Arte da Prefeitura de Belo Horizonte focando no debate ocorrido na década de 1950 sobre as duas categorias de premiação: Arte Neoclássica e Moderna. A proposta é a (re)condução destas obras ao primeiro plano de análise, contrariando a tendência comum da atual historiografia de arte mineira em valorizar explicações de determinação “política” ou “social” em detrimento a análise de obras específicas. A revisão deste quadro visa apreender a imagem visual em sua totalidade, em sua capacidade de desdobramento em vários níveis de percepção por meio da inclusão dos conceitos relativos à “função”, “destinação” e “problema artístico” no termo inicial de “autenticidade”


 

VIVAS, Rodrigo. I Salão de Arte Contemporânea: a arte participativa em questão. Anais do XXXIV CBHA. Uberlândia: CBHA, 2015

RESUMO:

O presente trabalho aborda questões referentes aos percursos da “arte participativa” na década de 1970 e sua inserção nos Salões Nacionais de Arte Contemporânea de Belo Horizonte. No mesmo caminho estão registradas as modificações promovidas no cenário artístico associadas as tentativas de dissolução dos limites da obra de arte nos anos 1960 e do rompimento da barreira existente entre obra e espectador. O I Salão Nacional de Arte Contemporânea foi mapeado através das obras premiadas, artigos de jornais e catálogos. A pesquisa buscou a (re)montagem do Salão a partir das possibilidades oferecidas pelo acervo do Museu de Arte da Pampulha.


 

VIVAS, Rodrigo. O OLHAR: DO ÍNTIMO AO RELACIONAL. In: 23 Encontro da ANPAP, 2014, Belo Horizonte. 23 Encontro da ANPAP. Belo Horizonte: ANPAP, 2014. v. 1. p. 1535-1547

RESUMO:

O presente artigo tem por objetivo apresentar a exposição realizada no Museu de Arte da Pampulha intitulada “O olhar: do íntimo ao relacional”. A proposta curatorial visou a instauração do diálogo entre três acervos da cidade de Belo Horizonte: Museu Histórico Abílio Barreto, Museu Mineiro e Museu de Arte da Pampulha. Cada uma das obras selecionadas para a exposição foi direcionada em salas que denotam quatro desdobramentos do olhar: desejo, melancolia, contaminação e vertigem. Aliado ao propósito de comunicabilidade dos acervos está a valorização das obras através de sua visualidade e materialidade.


 

Vivas, Rodrigo ; ALVES, Joana D’Arc de Jesus . OBJETO E PARTICIPAÇÃO , DO CORPO À TERRA E OS SALÕES: PARALELO NA DÉCADA DE 1970. In: 23 Encontro da ANPAP, 2014, Belo Horizonte. 23 Encontro da ANPAP. Belo Horizonte: ANPAP, 2014. v. 1. p. 173-189.

RESUMO:

O presente trabalho objetiva traçar um paralelo entre os eventos “Objeto e Participação”, “Do Corpo à Terra” e os Salões Nacionais de Arte da Prefeitura de Belo Horizonte na década de 1970, no que se refere à experimentação artística proposta por Frederico Morais à época da inauguração do Palácio das Artes. Tal experimentação alcançara e tivera continuidade nos Salões?


 

NEVES, Ana Luiza Teixeira; VIVAS, Rodrigo. OS SALÕES NACIONAIS DE ARTE DE BELO HORIZONTE NOS ANOS 80. In: 23 Encontro da ANPAP, 2014, Belo Horizonte. 23 Encontro da ANPAP. Belo Horizonte: ANPAP, 2014. v. 1. p. 1578-1593

RESUMO:

O presente texto apresenta os cinco salões temáticos ocorridos na cidade de Belo Horizonte na primeira metade da década de 1980. Os Salões Nacionais de Arte que eram promovidos pela Prefeitura de Belo Horizonte, e que tiveram uma trajetória de 72 anos, representaram um importante evento fomentador do circuito artístico nacional, sendo oportunidade para jovens artistas ou mesmo apresentando artistas já consagrados. Ainda há o fato da grande parte das obras premiadas passarem a constituir o acervo do Museu de Arte da Pampulha, formando assim uma coleção passível de estudos.


 

SANTOS, Nelyane; VIVAS, Rodrigo. Questionamentos sobre as relações de condicionalidade entre proposições artísticas e o contexto político do Brasil na década de 1960 nas obras dos Salões Municipais de Belas Artes da Prefeitura de Belo Horizonte. In: Anais eletrônico do Seminário 1964-2014 : um olhar crítico, para não esquecer [recurso eletrônico] / Organizado por Rodrigo Patto Sá Motta, Miriam Hermeto Sá Motta, Gabriel Amato Bruno de Lima . – Belo Horizonte : Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, 2014, p. 390-401

 

GUEDES, Gisele; VIVAS, Rodrigo. SITUAÇÕES-LIMITE: ENTRE A AÇÃO E A CONTEMPLAÇÃO. In: 23 Encontro da ANPAP, 2014, Belo Horizonte. 23 Encontro da ANPAP. Belo Horizonte: ANPAP, 2014. v. 1. p. 3721-3737

RESUMO:

Este trabalho aborda questões referentes aos percursos da “arte participativa” na década de 1970 e sua inserção nos Salões Nacionais de Arte Contemporânea de Belo Horizonte. No mesmo caminho estão registradas as modificações promovidas no cenário artístico, decorrentes das tentativas de dissolução dos limites da obra de arte nos anos 1960 e do rompimento da barreira existente entre obra e espectador. O I Salão Nacional de Arte Contemporânea foi mapeado através das obras premiadas, artigos de jornais e catálogos. A pesquisa buscou (re)montar tal mostra de acordo com as possibilidades oferecidas pelo acervo do Museu de Arte da Pampulha.

2013

VIVAS, Rodrigo; ASSIS, Márcia Georgina de. A Academia Imperial de Belas Artes no Museu Mineiro. 19&20, Rio de Janeiro, v. VIII, n. 1, jan./jun. 2013. Disponível em: <http://www.dezenovevinte.net/obras/mm_aiba.htm&gt;.


 

VIVAS, Rodrigo. Museu Revelado: o fardo da história não revelada. In: Catálogo do Museu Revelado. Museu de Arte da Pampulha, 2013

Catálogo completo da Exposição Museu Revelado


 

Vivas, Rodrigo . Arte e Vanguardas na cidade moderna. Revista do Arquivo Publico Mineiro, v. 1, p. 114-128, 2013.

RESUMO:

A cidade de Belo Horizonte possui importantes acervos constituídos por obras artísticas, abrigados em instituições museológicas – Museu de Arte da Pampulha, Museu Histórico Abílio Barreto e Museu Mineiro -, universidades, prédios públicos e coleções particulares. Apesar de sua importância, as obras, assim como as coleções que compõem esses acervos, ainda não foram estudadas do ponto de vista da história da arte. O objetivo do presente artigo é apresentar um recorte do trabalho desenvolvido nos últimos anos e recentemente publicado no livro Por uma história da arte em Belo Horizonte.

 

 

2012

VIVAS, Rodrigo. A curadoria como História da Arte aspectos da escrita da História da Arte em Belo Horizonte. VIII EHA – Encontro de História da Arte – 2012 , p. 582-589


 

VIVAS, Rodrigo. Os Salões Municipais de Belas Artes e o acervo do Museu de Arte da Pampulha. Anais do XXXII Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte / Organização: Maria de Fátima Morethy Couto, Ana Maria Tavares Cavalcanti e Marize Malta – Campinas: Comitê Brasileiro de História da Arte – CBHA, Brasília: UNB, 2012, p. 333-350

RESUMO:

O objetivo deste texto é o estudo das pinturas premiadas nos Salões Municipais de Belas Artes de Belo Horizonte no período de 1964 à 1970. Especificamente em Belo Horizonte as obras premiadas na categoria “prêmio de aquisição” passaram a fazer parte do acervo do Museu de Arte da Pampulha. Na década de 1960, os Salões Municipais de Belas Artes abandonam a estrutura regional e passam a contar com a participação de artistas e críticos fundamentalmente do Rio de Janeiro e São Paulo o que possibilitou um debate público sobre os destinos da arte moderna e contemporânea.


 

SANTOS, Nelyane Gonçalves. Revisitando polêmicas da história da arte em Belo Horizonte nos Salões Municipais de Belas Artes de 1964 a 1968. VIII EHA – Encontro de História da Arte – 2012, p. 491-499

 

2011

VIVAS, Rodrigo; GUEDES, Gisele. A Igreja de São Francisco de Assis. Revista Imagem Brasileira, n° 6 – 2011, p. 106-120

Resumo:

O presente artigo coloca em perspectiva, os painéis interno e externo realizados por Cândido Portinari na Igreja São Francisco de Assis em Belo Horizonte no ano de 1943, a discussão busca o entendimento da associação existente entre as representações feitas por um artista moderno e um tema tradicional da iconografia, caso das histórias de São Francisco de Assis Como parte do método de análise, além do iconográfico desenvolvido por Erwin Panofsky, está também, o estudo dos esboços executados por Portinari.


 

VIVAS, Rodrigo. Aníbal Mattos e as Exposições Gerais de Belas Artes em Belo Horizonte. 19&20, Rio de Janeiro, v. VI, n. 3, jul./set. 2011. Disponível em: <http://www.dezenovevinte.net/artistas/rv_am.htm&gt;.

RESUMO:
O presente artigo analisa cinco pinturas de Aníbal Mattos e a criação das Exposições de Belas Artes na cidade de Belo Horizonte. O primeiro feito de Mattos foi transferir o modelo das Exposições Gerais de Belas Artes, da Escola Nacional de Belas Artes, para Belo Horizonte tendo organizado mais de 25 mostras. A obra de Aníbal ainda não foi estudada sendo que as referências existentes tendem a relacioná-lo a política conservadora e responsabilizá-lo pelo insucesso da fundação da Escola Guignard. O presente artigo tem o objetivo de apresentar cinco pinturas de Mattos e fornecer um percurso inicial de análise.


 

VIVAS, Rodrigo. O que queremos dizer quando falamos em História da Arte no Brasil?. R.Cient./FAP, Curitiba, v.8, p. 94-114, jul./dez. 2011

RESUMO:

A História da Arte no Brasil tem, nas últimas décadas, sido tratada como formação complementar para os cursos de história, comunicação, arquitetura e arte. Nos últimos anos, com a criação de cursos de graduação e pós-graduação em História da Arte, tornou-se urgente discutir os parâmetros que norteiam a disciplina, assim como propor revisões do seu quadro teórico-metodológico. O presente artigo versará sobre a construção do campo de estudos. Discute, ainda, as propostas de Erwin Panofsky e Didi-Huberman.


 

VIVAS, Rodrigo. Salões e Bienais: da arte de vanguarda à arte contemporânea. in: GOMÉS, Jorge Gabrera. Um dia a árvore de sonhos inopinados: acrobacias, totens, mandalas e oroboros do esculturor Geraldo Teles de Oliveira. Belo Horizonte: SESC Minas, 2011, p. 29-44

 

Catálogo completo da exposição “Um dia a árvore dos sonhos inopinados – acrobacias, totens, mandalas e oroboros do escultor Geraldo Teles de Oliveira“, no Sesc Palladium em Belo Horizonte, MG, Brasil.