2015

VIVAS, Rodrigo. Celma Alvim – crítica de arte. Anais do 24o Encontro da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas, setembro de 2015, Santa Maria, RS ; Nara Cristina Santos … [et al.] (orgs.). – Santa Maria : ANPAP; Universidade Federal de Santa Maria, PPGART, 2015.

RESUMO:

O presente trabalho elabora uma análise sobre a produção crítica de Celma Alvim desenvolvida entre os anos de 1970 a 1983. O objetivo é compreender as principais questões relativas ao circuito artístico de Belo Horizonte e diretamente relacionadas aos salões de arte realizados pelo Museu de Arte da Pampulha. O estudo integra as pesquisas sobre a história da arte em Belo Horizonte a partir da análise de obras artísticas constituintes dos acervos localizados na capital.


 

VIVAS, Rodrigo; GUEDES, Gisele. DA NARRATIVA COMUM À HISTÓRIA DA ARTE: UMA PROPOSTA METODOLÓGICA. Art Sensorium. Revista Interdisciplinar Internacional de Artes Visuais. 2015. VOL. 2, N.1, p. 1-14

RESUMO:

Esse trabalho fornece uma breve introdução a alguns conceitos da história da arte. O objetivo é discutir as perspectivas de análise à obra artística em seus possíveis desdobramentos na sociologia, psicologia e história. Em contraponto, são apresentados os aspectos teórico-metodológicos da história da arte como disciplina autônoma. Na segunda parte do texto é oferecida uma proposta metodológica para a produção artística fundamentada em sua materialidade e visualidade.

2014

VIVAS, Rodrigo. A Arte que não estava lá. In Museu de Arte da Pampulha. (Org.). Belo Horizonte Museu de Arte da Pampulha, 2014, p. 13-29

 

RESUMO:

Os discursos sobre artes e artistas tendem a considerar sempre uma busca pela inovação. A trajetória do artista passa a ser caracterizada como o exercício da ruptura. Mas existe novidade em arte? Como definir uma ruptura? O discurso sobre as produções artísticas que se constituíram em Belo Horizonte são também influenciados por outra prática: a necessidade de se encontrar uma equivalência com as produções de São Paulo e Rio de Janeiro. Estabelece-se nesse tipo de perspectiva, uma suposta correspondência dos artistas mineiros com os movimentos artísticos mais inovadores que deveriam ilustrar: partindo da história da arte europeia, dos ismos ou vanguardas históricas e passando por termos como impressionismo, pós-impressionismo, futurismo ou surrealismo.

Dessa forma, verifica-se a necessidade de se encontrar nas terras mineiras os representantes de cada movimento artístico, uma vez que se observa a falta de valorização da produção local por seus próprios critérios. Nessa perspectiva, Genesco Murta é considerado o “nosso quase impressionista” e Aníbal Mattos “nosso acadêmico”. Mas, se a análise das produções artísticas das primeiras décadas do século XX pautou-se pelo discurso do atraso, com artistas que direcionaram sua produção para Belo Horizonte, os estudos sobre as décadas de 60, constituíram-se em uma grande reviravolta.

Catálogo completo da Exposição “Outra Presença”


 

VIVAS, Rodrigo. A vanguarda passou por BH: o mito da irradiação ou ressonância. VIS – Revista do Programa de Pós-graduação em Arte da UnB, V.13 nº1/janeiro-junho de 2014

RESUMO:

O presente trabalho se dedica à investigação das artes visuais em Belo Horizonte na década de 1960, colocando em perspectiva as relações existentes entre o cenário artístico da cidade e a atuação da vanguarda na mesma época. A análise é feita através das obras artísticas produzidas no período, consideradas primeiramente em sua especificidade e não em sua vinculação a quadros teóricos que tendem a estabelecer como polos de equivalência, regiões como Rio de Janeiro e/ou São Paulo, ou ainda, a reduções históricas fundamentadas pelo contexto militar brasileiro dos anos 60. É também, proposta metodológica deste texto, a instituição de um processo de verificação de fontes calcadas apenas no discurso de personagens da época, e a revisão da aplicação de termos como “centro” e “periferia” no que se refere à análise e compreensão de obras artísticas.


 

VIVAS, Rodrigo. Arte neoclássica e arte moderna nos Salões Municipais de Belas Artes: um confronto além dos conceitos. REAPCBH – Revista Eletrônica do Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte, número 1, mar. 2014

RESUMO:

O presente trabalho aborda questões referentes às modificações dos critérios artísticos nos Salões de Arte da Prefeitura de Belo Horizonte focando no debate ocorrido na década de 1950 sobre as duas categorias de premiação: Arte Neoclássica e Moderna. A proposta é a (re)condução destas obras ao primeiro plano de análise, contrariando a tendência comum da atual historiografia de arte mineira em valorizar explicações de determinação “política” ou “social” em detrimento a análise de obras específicas. A revisão deste quadro visa apreender a imagem visual em sua totalidade, em sua capacidade de desdobramento em vários níveis de percepção por meio da inclusão dos conceitos relativos à “função”, “destinação” e “problema artístico” no termo inicial de “autenticidade”


 

VIVAS, Rodrigo. I Salão de Arte Contemporânea: a arte participativa em questão. Anais do XXXIV CBHA. Uberlândia: CBHA, 2015

RESUMO:

O presente trabalho aborda questões referentes aos percursos da “arte participativa” na década de 1970 e sua inserção nos Salões Nacionais de Arte Contemporânea de Belo Horizonte. No mesmo caminho estão registradas as modificações promovidas no cenário artístico associadas as tentativas de dissolução dos limites da obra de arte nos anos 1960 e do rompimento da barreira existente entre obra e espectador. O I Salão Nacional de Arte Contemporânea foi mapeado através das obras premiadas, artigos de jornais e catálogos. A pesquisa buscou a (re)montagem do Salão a partir das possibilidades oferecidas pelo acervo do Museu de Arte da Pampulha.


 

VIVAS, Rodrigo. O OLHAR: DO ÍNTIMO AO RELACIONAL. In: 23 Encontro da ANPAP, 2014, Belo Horizonte. 23 Encontro da ANPAP. Belo Horizonte: ANPAP, 2014. v. 1. p. 1535-1547

RESUMO:

O presente artigo tem por objetivo apresentar a exposição realizada no Museu de Arte da Pampulha intitulada “O olhar: do íntimo ao relacional”. A proposta curatorial visou a instauração do diálogo entre três acervos da cidade de Belo Horizonte: Museu Histórico Abílio Barreto, Museu Mineiro e Museu de Arte da Pampulha. Cada uma das obras selecionadas para a exposição foi direcionada em salas que denotam quatro desdobramentos do olhar: desejo, melancolia, contaminação e vertigem. Aliado ao propósito de comunicabilidade dos acervos está a valorização das obras através de sua visualidade e materialidade.


 

Vivas, Rodrigo ; ALVES, Joana D’Arc de Jesus . OBJETO E PARTICIPAÇÃO , DO CORPO À TERRA E OS SALÕES: PARALELO NA DÉCADA DE 1970. In: 23 Encontro da ANPAP, 2014, Belo Horizonte. 23 Encontro da ANPAP. Belo Horizonte: ANPAP, 2014. v. 1. p. 173-189.

RESUMO:

O presente trabalho objetiva traçar um paralelo entre os eventos “Objeto e Participação”, “Do Corpo à Terra” e os Salões Nacionais de Arte da Prefeitura de Belo Horizonte na década de 1970, no que se refere à experimentação artística proposta por Frederico Morais à época da inauguração do Palácio das Artes. Tal experimentação alcançara e tivera continuidade nos Salões?


 

NEVES, Ana Luiza Teixeira; VIVAS, Rodrigo. OS SALÕES NACIONAIS DE ARTE DE BELO HORIZONTE NOS ANOS 80. In: 23 Encontro da ANPAP, 2014, Belo Horizonte. 23 Encontro da ANPAP. Belo Horizonte: ANPAP, 2014. v. 1. p. 1578-1593

RESUMO:

O presente texto apresenta os cinco salões temáticos ocorridos na cidade de Belo Horizonte na primeira metade da década de 1980. Os Salões Nacionais de Arte que eram promovidos pela Prefeitura de Belo Horizonte, e que tiveram uma trajetória de 72 anos, representaram um importante evento fomentador do circuito artístico nacional, sendo oportunidade para jovens artistas ou mesmo apresentando artistas já consagrados. Ainda há o fato da grande parte das obras premiadas passarem a constituir o acervo do Museu de Arte da Pampulha, formando assim uma coleção passível de estudos.


 

SANTOS, Nelyane; VIVAS, Rodrigo. Questionamentos sobre as relações de condicionalidade entre proposições artísticas e o contexto político do Brasil na década de 1960 nas obras dos Salões Municipais de Belas Artes da Prefeitura de Belo Horizonte. In: Anais eletrônico do Seminário 1964-2014 : um olhar crítico, para não esquecer [recurso eletrônico] / Organizado por Rodrigo Patto Sá Motta, Miriam Hermeto Sá Motta, Gabriel Amato Bruno de Lima . – Belo Horizonte : Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, 2014, p. 390-401

 

GUEDES, Gisele; VIVAS, Rodrigo. SITUAÇÕES-LIMITE: ENTRE A AÇÃO E A CONTEMPLAÇÃO. In: 23 Encontro da ANPAP, 2014, Belo Horizonte. 23 Encontro da ANPAP. Belo Horizonte: ANPAP, 2014. v. 1. p. 3721-3737

RESUMO:

Este trabalho aborda questões referentes aos percursos da “arte participativa” na década de 1970 e sua inserção nos Salões Nacionais de Arte Contemporânea de Belo Horizonte. No mesmo caminho estão registradas as modificações promovidas no cenário artístico, decorrentes das tentativas de dissolução dos limites da obra de arte nos anos 1960 e do rompimento da barreira existente entre obra e espectador. O I Salão Nacional de Arte Contemporânea foi mapeado através das obras premiadas, artigos de jornais e catálogos. A pesquisa buscou (re)montar tal mostra de acordo com as possibilidades oferecidas pelo acervo do Museu de Arte da Pampulha.

2013

VIVAS, Rodrigo; ASSIS, Márcia Georgina de. A Academia Imperial de Belas Artes no Museu Mineiro. 19&20, Rio de Janeiro, v. VIII, n. 1, jan./jun. 2013. Disponível em: <http://www.dezenovevinte.net/obras/mm_aiba.htm&gt;.


 

VIVAS, Rodrigo. Museu Revelado: o fardo da história não revelada. In: Catálogo do Museu Revelado. Museu de Arte da Pampulha, 2013

Catálogo completo da Exposição Museu Revelado


 

Vivas, Rodrigo . Arte e Vanguardas na cidade moderna. Revista do Arquivo Publico Mineiro, v. 1, p. 114-128, 2013.

RESUMO:

A cidade de Belo Horizonte possui importantes acervos constituídos por obras artísticas, abrigados em instituições museológicas – Museu de Arte da Pampulha, Museu Histórico Abílio Barreto e Museu Mineiro -, universidades, prédios públicos e coleções particulares. Apesar de sua importância, as obras, assim como as coleções que compõem esses acervos, ainda não foram estudadas do ponto de vista da história da arte. O objetivo do presente artigo é apresentar um recorte do trabalho desenvolvido nos últimos anos e recentemente publicado no livro Por uma história da arte em Belo Horizonte.

 

 

2012

VIVAS, Rodrigo. A curadoria como História da Arte aspectos da escrita da História da Arte em Belo Horizonte. VIII EHA – Encontro de História da Arte – 2012 , p. 582-589


 

VIVAS, Rodrigo. Os Salões Municipais de Belas Artes e o acervo do Museu de Arte da Pampulha. Anais do XXXII Colóquio do Comitê Brasileiro de História da Arte / Organização: Maria de Fátima Morethy Couto, Ana Maria Tavares Cavalcanti e Marize Malta – Campinas: Comitê Brasileiro de História da Arte – CBHA, Brasília: UNB, 2012, p. 333-350

RESUMO:

O objetivo deste texto é o estudo das pinturas premiadas nos Salões Municipais de Belas Artes de Belo Horizonte no período de 1964 à 1970. Especificamente em Belo Horizonte as obras premiadas na categoria “prêmio de aquisição” passaram a fazer parte do acervo do Museu de Arte da Pampulha. Na década de 1960, os Salões Municipais de Belas Artes abandonam a estrutura regional e passam a contar com a participação de artistas e críticos fundamentalmente do Rio de Janeiro e São Paulo o que possibilitou um debate público sobre os destinos da arte moderna e contemporânea.


 

SANTOS, Nelyane Gonçalves. Revisitando polêmicas da história da arte em Belo Horizonte nos Salões Municipais de Belas Artes de 1964 a 1968. VIII EHA – Encontro de História da Arte – 2012, p. 491-499

 

2011

VIVAS, Rodrigo; GUEDES, Gisele. A Igreja de São Francisco de Assis. Revista Imagem Brasileira, n° 6 – 2011, p. 106-120

Resumo:

O presente artigo coloca em perspectiva, os painéis interno e externo realizados por Cândido Portinari na Igreja São Francisco de Assis em Belo Horizonte no ano de 1943, a discussão busca o entendimento da associação existente entre as representações feitas por um artista moderno e um tema tradicional da iconografia, caso das histórias de São Francisco de Assis Como parte do método de análise, além do iconográfico desenvolvido por Erwin Panofsky, está também, o estudo dos esboços executados por Portinari.


 

VIVAS, Rodrigo. Aníbal Mattos e as Exposições Gerais de Belas Artes em Belo Horizonte. 19&20, Rio de Janeiro, v. VI, n. 3, jul./set. 2011. Disponível em: <http://www.dezenovevinte.net/artistas/rv_am.htm&gt;.

RESUMO:
O presente artigo analisa cinco pinturas de Aníbal Mattos e a criação das Exposições de Belas Artes na cidade de Belo Horizonte. O primeiro feito de Mattos foi transferir o modelo das Exposições Gerais de Belas Artes, da Escola Nacional de Belas Artes, para Belo Horizonte tendo organizado mais de 25 mostras. A obra de Aníbal ainda não foi estudada sendo que as referências existentes tendem a relacioná-lo a política conservadora e responsabilizá-lo pelo insucesso da fundação da Escola Guignard. O presente artigo tem o objetivo de apresentar cinco pinturas de Mattos e fornecer um percurso inicial de análise.


 

VIVAS, Rodrigo. O que queremos dizer quando falamos em História da Arte no Brasil?. R.Cient./FAP, Curitiba, v.8, p. 94-114, jul./dez. 2011

RESUMO:

A História da Arte no Brasil tem, nas últimas décadas, sido tratada como formação complementar para os cursos de história, comunicação, arquitetura e arte. Nos últimos anos, com a criação de cursos de graduação e pós-graduação em História da Arte, tornou-se urgente discutir os parâmetros que norteiam a disciplina, assim como propor revisões do seu quadro teórico-metodológico. O presente artigo versará sobre a construção do campo de estudos. Discute, ainda, as propostas de Erwin Panofsky e Didi-Huberman.


 

VIVAS, Rodrigo. Salões e Bienais: da arte de vanguarda à arte contemporânea. in: GOMÉS, Jorge Gabrera. Um dia a árvore de sonhos inopinados: acrobacias, totens, mandalas e oroboros do esculturor Geraldo Teles de Oliveira. Belo Horizonte: SESC Minas, 2011, p. 29-44

 

Catálogo completo da exposição “Um dia a árvore dos sonhos inopinados – acrobacias, totens, mandalas e oroboros do escultor Geraldo Teles de Oliveira“, no Sesc Palladium em Belo Horizonte, MG, Brasil.

 

2010

VIVAS, Rodrigo. A História da Arte no Brasil: aspectos da constituição da disciplina e considerações teórico-metodológicas. In: SEMINÁRIO NACIONAL DE PESQUISA EM CULTURA VISUAL, 3, 2010, Goiânia. Anais do III Seminário Nacional de Pesquisa em Cultura Visual. Goiânia: Faculdade de Artes Visuais/ Universidade Federal de Goiânia, 2010.

Resumo
A História da Arte no Brasil tem, nas últimas décadas, sido tratada como formação complementar para os cursos de história, comunicação, arquitetura e arte. Nos últimos anos, com a criação de cursos de graduação e pós-graduação em História da Arte, tornou-se urgente discutir os parâmetros que norteiam a disciplina, assim como propor revisões do seu quadro teórico-metodológico. O presente artigo versará sobre a construção do campo de estudos. Discutirá também as propostas por Erwin Panofsky, Ulpiano Meneses e Artur Freitas no que se refere à tríade interpretativa: formal, semântica e social.

2017

VIVAS, Rodrigo; ANDRADE, Marco Paqualini de; FUREGATTI, Sylvia. Narrativas sobre a universalidade da Arte. PÓS: Revista do Programa de Pós-graduação em Artes da EBA/UFMG. v.7, n.13, mai. 2017. Disponível em <https://www.eba.ufmg.br/revistapos/index.php/pos/article/view/587/252>

RESUMO
Os trabalhos de seção temática Narrativas sobre universalidade na Arte problematizam as relações existentes entre o pretenso discurso de uma arte universal, em contraposição às novas vozes que até então não se viam representadas no sistema das artes: produções
artísticas não europeias, narrativas não canônicas, assim como a instauração da descolonização da estética. O debate aqui provocado almejou alcançar inúmeras vias de significação seja pela problematização das coleções de arte, por produções artísticas manifestas em outras formas, tempos e lugares distanciados das práticas e saberes convencionados no ateliê, bem como pela importância trazida pelo debate entre o regional e universal que pautam as atuais relações entre o fenômeno urbano e a cultura.


VIVAS, Rodrigo; SANTOS, Nelyane. Contribuições espaciais e conceituais para as exposições artísticas na década de 1960 no Brasil. In. Arte e seus lugares: coleções em espaços reais. Anais do VIII Seminário do Museu D. João VI / IV Colóquio Internacional Coleções de Arte em Portugal e Brasil nos séculos XIX e XX [edição digital], 08-10 novembro 2017, Rio de Janeiro (RJ), Brasil; organizado por EBA/PPGAV e Museu D. João VI – Rio de Janeiro, 2017

 

RESUMO
A partir do questionamento de como as obras eram expostas na década de 1960, Pretende-se refletir sobre os modos expositivos mais recorrentes nos circuitos de arte no  Brasil, principalmente nos salões de arte regionais. Uma das dificuldades para a pesquisa encontra-se na ausência de registros, mas que foi possível, a partir do levantamento das fotografias dos Salões Municipais de Belas Artes de Belo Horizonte, destacar na investigação o diferencial do mobiliário e distribuição espacial de algumas obras da exposição do XXII SMBA-BH. As fontes documentais registram pela primeira vez uma atenção especial da organização do evento ao modo expositivo do Salão. A suspensão e a transparência dos suportes, dando liberdade ao observador para circulação entre as obras esteve presente também na montagem dos “cavaletes de cristal” de Lina Bo Bardi, no Museu de Arte de São Paulo, na abertura do prédio em 1968.


 

VIVAS, Rodrigo. ARTE CONCEITUAL E HISTÓRIA: Desafios da construção poética na década de 1970. Palíndromo, v.9, n.18, p.29-43, mai/ago 2017. Disponível em: <http://www.revistas.udesc.br/index.php/palindromo/article/view/10449/7254&gt;.

Resumo:

A década de 1970 significou um momento de grande complexidade por comportar, de um lado, perseguições, torturas e cerceamento da liberdade, e de outro, um espaço de contínua efervescência artística. Infelizmente as pesquisas têm concentrado maior interesse em discussões no campo da música e do teatro, conferindo pouca dedicação
às artes visuais. No presente artigo serão analisadas algumas questões artísticas desenvolvidas no período, tendo como eixo as premiações, críticas e obras dos Salões de Arte da Prefeitura de Belo Horizonte. Para tanto, serão contemplados os trabalhos de Miguel Gontijo.

Palavras-chave: vanguarda, arte conceitual, arte contemporânea, museu